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Lidando com a morte, o “bater as botas” de quem amamos…

- quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Às vezes, alguém pode ficar doente na nossa familia, como aconteceu com minha primeira filha Nayana aos primeiros três meses de nascida, ou como está acontecendo agora com o meu pai Ozeas que está com cancer, e um dos meus irmãos, primos, tios ou alguém que ama muito meu pai, eles poderiam até dizer, eu estou querendo ajudar seu pai.

E eu apenas posso dizer com toda certeza e com todo o carinho do mundo, segure a imagem dele em um lugar de absoluto Bem Estar, pode ser quando você se lembra dele na Amazonia todo feliz, ou quando ele se sentia muito bem plantando suas ervas medicinais e ajudando as pessoas a voltarem ao alinhamento com o Bem Estar, e apenas confie que, através do caminho de menor resistência, ou ele irá se recuperar e o Bem-estar será restaurado aqui novamente, ou ele irá se retirar apenas batendo as botas, mas ai, também o Bem Estar será restaurado, só que lá, e não aqui.

Mas em qualquer caso, se ele ficar ou se ele têm o que você chama de experiência de morte, e eu com o meu lado sacana digo, bater as botas, não importa, o Bem Estar é sempre restaurado.

Entenda que, isso acontece diariamente, quer se trate de alguém que acaba de chegar, para essa experiencia de vida ou alguem que, como ele, depois dessa longa experiência física, veio meditando, quem sabe sobre a doçura dessa conexão no seu dia-a-dia, e que em algum momento diz pra si mesmo: “Ah, essa experiência de vida tem sido muito maravilhosa, mas eu acho que agora é a hora de eu voltar minha atenção para outro aspecto da minha experiência de vida e, simplesmente fecha os olhos enquanto ele se deita na cama, e vai fazer a sua transição tranquila, e eles são descobertos por nós, como tendo feito a sua transição naquela noite.

Só que nó caso do meu pai ele escolheu uma outra forma das muitas que se tem, quiz experimentar mais um pouco o sofrimento, para assim desejar mais saúde, para acumular mais disso em seu vórtice, expandindo o seu Eu Interior para sua proxima experiencia de vida.

Ou ele simplesmente poderia ter excohido alguma experiência de violência em sua vida, onde a arma de algum inimigo seria o motivo, já que ele viveu por muito tempo na Amazonia, ou a arma de alguém violento no estado do Rio, onde ele ainda vive, ou até em um acidente de carro ou em uma das muitas viagens que ele fez de avião, mas quaisquer destas formas, seria apenas o motivo de sua transição. Mas como ele faz a sua transição, em última análise, é ainda assim, apenas a mesma experiência.

De qualquer forma, o Bem Estar dele estará sendo restaurado.

Todos nós, um dia, vamos bater as botas… Ou apenas mudar de foco e viver uma nova aventura?

- terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Todos os seres vivos, animais ou humanos, ou até mesmo as árvores passam por uma experiência que aprendemos em sociedade, desde cedo a chamar de morte, o que eu pessoalmente prefiro brincar chamando isso apenas de, bater as botas, mas todos nós passamos por isso, sem nenhuma exceção, e todos nós aceitamos isso antecipadamente, antes mesmo de vir pra esse corpo físico nesse mundo.

A energia vital ou o espírito como alguns a chamam, é tudo o que realmente somos. Energia da Fonte do Bem Estar, que é eterna. Então, o que deve de ser a morte ou o bater as botas, é apenas uma mudança da perspectiva do espírito ou da energia eterna que cria mundos.

Se eu como energia vital, estou focado nesse meu corpo físico e mesclando com o meu ser físico, estou também conscientemente conectado ao espírito ou a mim energia eterna, então eu sou Eterno por natureza, e eu não preciso nunca mais temer qualquer incompletude, porque, a partir dessa perspectiva mais ampla eu entendo que não há nada disso que a sociedade atual chama de morte, ou até o meu sarcástico, bater as botas.

Apenas mudamos de foco, e vamos viver novas aventuras.

Aprenda a zombar da morte…

- quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Isso mesmo, zombe da morte, ou melhor, do meu jocoso, “bater as botas”.

A minha maior parte, o meu Eu Interior que, jamais baterá as botas, pra ele é impossível deixar de existir um só nano-segundo, e ele está permanentemente consciente de toda a minha experiência física nesta vida, aqui e agora divertidíssima.

Ele está presente comigo, cada vez que eu mesmo permitir. Ele está na casa dos pássaros que cantam, na casa do seu cachorrinho brincalhão e também nas casas das crianças completamente alegres. O meu ser superior é parte de todo o ambiente pulsante, alegre e divertido do meu meio ambiente. Na realidade, nós dois nunca estaremos mortos, nem o meu Eu Interior e nem mesmo o Eu físico.

Quando eu ser físico bater as botas, será como eu acabar de me levantar para um outro dia alegre, ou como que eu saísse exatamente agora, da sala de exibição de um filme completamente emocionante que eu acabei de vivenciar.

Pronto! E lá vou eu escolher outra coisa para experimentar.