O desejo é o inicio de toda a criação, nós mesmos nascemos do maior desejo do mundo, do desejo que mais gera energia no cérebro humano, o desejo de expressão sexual.
A verdade é que quando transmutamos esse desejo, criamos mais e damos vida a milhões de outros desejos, tudo que temos hoje, do mais simples ao mais complicado, tudo nasceu de um desejo.
Para realizar um desejo é preciso deliberar, é preciso dar sua total atenção, dar o seu foco não dividido ao objeto de desejo em questão, e senti-lo vivo, senti-lo na alegria, porque só na alegria existe "permissão", e se você desejo e não consegue se alegrar com o seu desejo, você só está criando mais resistência ao seu próprio desejo, e mesmo assim, depois de desejar e permitir, ainda é preciso criar expectativas alegres para isso vir a se tornar uma realidade.
Tudo funciona assim, coisas ruins e boas são criadas com desejos e sentimentos, as ruins com sentimentos negativos que te fazem muito mal, e as coisas boas com sentimentos que mais parecem um orgasmo sem fim.
Se você quer saber mais sobre desejo, ai vai o que está na Wikipédia:
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Em filosofia, o desejo é uma tensão em direção a um fim considerado pela pessoa que deseja como uma fonte de satisfação. É uma tendência algumas vezes consciente, outras vezes inconsciente ou reprimida. Quando consciente, o desejo é uma atitude mental que acompanha a representação do fim esperado, o qual é o conteúdo mental relativo à mesma. Enquanto elemento apetitivo, o desejo se distingue da necessidade fisiológica ou psicológica que o acompanha por ser o elemento afetivo do respectivo estado fisiológico ou psicológico.
Tradicionalmente, o desejo pressupõe carência, indigência. Um ser que não caressesse de nada não desejaria nada, seria um ser perfeito, um deus. Por isso Platão e os filósofos cristãos tomam o desejo como uma característica de seres finitos e imperfeitos.
Tradicionalmente, os filósofos viram o Bem como o objeto do desejo. Atualmente isso é questionado.
O desejo é um tipo de sentimento. Isso significa que ele faz parte do sujeito, agente ou pessoa, sem fazer parte do mundo, a não ser na medida em que a pessoa faz parte do mundo. O desejo é uma atitude mental do sujeito em relação ao mundo (ver abaixo a seção 'Epistemologia'). É subjetivo, não objetivo.
O desejo é um tipo de sentimento. Isso significa que temos acesso imediato e não-inferencial ao mesmo. Ainda assim, estamos sujeitos ao auto-engano e outras falhas relacionadas ao autoconhecimento na exteriorização dos nossos desejos.
Desejo como atitude mental
Em epistemologia, desejo é um tipo de atitude mental. Os desejos podem ser atitudes mentais proposicionais ou acusativas. Quando se apresenta como atitude proposicional, trata-se de um desejo que certo estado de coisas se dê no mundo. Quando se trata de uma atitude acusativa, trata-se do desejo de certa coisa ou objeto.
Desejos de ordem superior
Pode haver desejos de ordem superior, isto é, desejos em relação aos nossos desejos. Harry Frankfurt explora os desejos de ordem superior na sua explicação do livre arbítrio. São exemplos de desejos de ordem superior:
O desejo foi tema importante das configurações da ética como morais metafísicas, tais como as que encontramos no estoicismo e no epicurismo.
Estoicismo
Para os estóicos, a felicidade está não em desejar que ocorra o que queremos, mas, ao contrário, em desejar o acontecimento. Sêneca pregava o estoicismo antes de 50 d.C.
Epicurismo
Para os epicuristas, a felicidade e mesmo a riqueza está em desejar ou querer apenas aquilo que já se tem.
| Desejos naturais | Desejos frívolos | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Necessários | Simplesmente naturais | Artificiais | Irrealizáveis | ||
| Para a felicidade (ataraxia) | Para a tranqüilidade do corpo (proteção) | Para a vida (nutrição, sono) | Variações de prazeres, busca do agradável | Exemplo: riqueza, glória | Exemplo: desejo de voar como pássaros |