PARTE I -Traçando o princìpio da Suficiência Plena

Criador: Edi Rich

Este volume diminuto não pretende abranger todos os ensinamentos acerca da abundância que flui através dos canais da Sabedoria Plena, os quais tem sido adaptados pela cultura ocidental e reinterpretados como metafísica espiritual. O conceito de suficiência plena foi contruído a partir das formas originais de todos os sistemas filosóficos e religiosos existentes até o segundo seculo D.C., quando teve início a guerra contra o autoconhecimento e a autoconfiança. Os antigos ensinavam que ter o entendimento de si mesmo equivalia a ter o entendimento de Deus, e que pelo processo da meditação nos é dado o poder de liberar a Energia Divina de dentro de nós e de transmutar a discórdia em harminia, a ignorância em sabedoria, o medo em amor e a falta em abundância.os iniciados eram treinados para conceber a mais alta visão com su Verdadeiro Mestre Interior - A Fonte de Tudo Estudantes dos sagrados mistérios ream, também, instruídos quanto ao uso do inato poder irradiante e magnético no exercício do domínio de si. Por meio do trabalho com a rtmica energia proveniente do Eu Superior, qualquer tipo de bem que fosse necessário para efetuar uma troca era tido como um instrumento da boa vontade superior, assim como dinheiro, que nada mais era que um simples sinal da apreciação pelo serviço de alguém, ou mesmo um símbolo de amor e integridade. Sem entrarmos muito no mérito da questão, um ensinamentio, em particular, permaneceu cosntante durante o processo iniciático: Mente e Emoções personificando amor, gentileza e Paz, eliminam a limitação, de modo que a consci~encia de um estado pacifíco e inofensivo liberte o indivíduo do cativeiro e das restrições do pensamento da raça humana. As escolas de mistérios da àsia, do Egito, da Pérsiae e da grécia prestaram um serviço de incalculável valor para a humanidade por meio do despertar dos poderes espirituais de alguns homens e mulheres dedicados, e esses conhecimentos acerca da harmonia e da realização tiveram cointinuidade pelos livros sagrados e esninamentos secretos...na Cabala dos hebreus, nos místicos hindus e budistas, nas escrituras gnósticas do início do Cristianismo e em certa spassagens da bíblia. Por meio da inspiração e dos ensinamentos de Jesus, os gnósticos (do grego gnosis, qie significa conhecimento), continuarfam a tradição esotérica e suas escrituras enfatizavam a unicidade entre Deus eo Homem, a Divindade do Indivíduo e o Poder criativo de cada alma para se elevar cima das limitações. (nos textos de Nag Hammadi, descobertos no Egito, em 1945, considerados mais antigos que os evangelhos do Novo TGestamento, temos uma biblioteca literal das escrituras gnósticas) No evangelho segundo Tomé, jesus deixa claro que o home, ao conhecer a sua própria e verdadeira identidade, passa ater a compreensão de que é UNO como Pai e enfatiza, então, a verdade que diz ser a consi~encia que o home tem da sua Divindade, do seu Ser Crístico, o seu próprio suprimento. Jesus disse: "Se não conheceres a ti mesmo, viverás na pobreza, e tué quem serás a pobreza. O Evangelho de Felipe recorda-nos a prática esotérica de transformar a visão em forma manifesta: "...você deve se tornar o que você vê".

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