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TUDO É UMA RESPOSTA DA FONTE…

- terça-feira, 3 de janeiro de 2017

menina-smartphone A Fonte de Bem Estar sempre me responde de várias maneiras. Nesse final de ano, a minha resposta veio através de duas adoráveis crianças. A minha sobrinha Carla, uma baiana de 14 anos, que vive em Salvador, e a minha neta Bia, que mora no Rio e tem apenas 11 anos, todas as duas tem algumas coisas em comum, ambas tem; seus smartphones, adoram se divertir em seus notebooks e elas vivem bem mais focadas em seus gadgets, mesmo quando elas estão lado a lado com outras pessoas. As pessoas podem dizer alguma coisa para elas, que elas não respondem, elas nem ligam, elas não estão nem ai, e só eu fico rindo muito de tudo isso… E realmente me sinto muito bem, porque eu gosto mesmo que, elas sempre estejam bem mais focadas, naquilo que elas mesmas mais querem, eu aprecio que elas não sejam tão distraídas pelas coisas que estão acontecendo ao seu redor. Circunstâncias para elas nunca importam. Mas, isso contraria muito os seus pais, seus professores e até as pessoas mais velhas. Em outras palavras, todas essas pessoas que se incomodam em onde o foco das meninas está, e ainda muito irritadas, pelas crianças estarem bem mais focadas no que elas mais querem, elas mesmas já vinham se treinando uns aos outros para serem facilmente distraídos por qualquer coisa, por qualquer circunstância, até as mais indesejadas. Meu cunhado mesmo, o pai da minha sobrinha baiana, ele nem percebe como ele fica tão chato e repetitivo. Ele sabe que eu não gosto de trabalho, eu adoro me divertir, Adoro ganhar e ter muito dinheiro sobrando. Então, ele me pega escrevendo algo e ele senta do meu lado e tenta me fazer ouvir as mesmas coisas, em como ele trabalhou duro, dirigindo para a Uber, para ganhar a sua merreca, que ele usa para justificar a sua existência e autoridade. E essas pessoas quando não encontram alguém adulto para alugar seus ouvidos, elas dizem para as suas crianças: “escute o que eu estou dizendo”, não importando no que as crianças estejam pensando ou o que estejam fazendo, ou com o que elas estejam envolvidas, e é suposto que elas parem no mesmo momento e escutem o que seus pais ou mais velhos dizem, e frequentemente as crianças não conseguem ficar muito tempo focados nessas pessoas mais velhas, porque elas são muito resistentes ao seu natural fluxo de Bem Estar, e logo voltam a sua atenção para o que querem. E até essas pessoas resistentes e mais velhas, também não conseguem ficar muito tempo tentando atrair tanto o foco dessas crianças. Elas logo apelam para a sua autoridade. Por isso os pais e os professores, não ensinam nada a ninguém, a não ser a sua própria limitação as infinitas possibilidades.

E eu adoro mesmo, tudo o que os Abraham me relembram, e ao eu me deparar com tudo isso… E transfiro isso para a minha experiência pessoal. Então, conforme eu mesmo começo a exercitar mais, a minha poderosa atenção deliberada, para o que estou pensando, vamos voltar novamente. Então, eu já não estou mais pensando tanto naquilo que não quero, não ativamente, mas alguém vem até a minha experiência e está falando novamente sobre aquilo, o que isso significa para mim? Que ainda há algo “ativo”, focado por mim, vindo para mim, então minha resposta, minha intenção agora, é desacelerar a vibração disto, e não acelerar. Então qual a primeira coisa que vai acontecer comigo? Agora que os Abraham me relembraram disso: eu já não vou querer mais, me empenhar mais nessa conversa fiada sobre aquilo, como as crianças fazem, elas sim ensinam algo para mim, se eu lutar contra essas pessoas, eu acelero isso em vez de desacelerar aquilo.

Se eu der trela para o que elas dizem, eu acelero, não é? Agora! Se eu der a elas o benefício da dúvida, eu em vez de acelerar eu desacelero a vibração disso. Então, quando eu penso: “elas não estão tão determinados como eu estou em relação a isso, e isso só me mostra claramente que, eu ainda tenho uma vibração residual a respeito disso, mas com o passar do tempo, esse tipo de conversa não virá mais até mim. Agora! Eu já estou bem mais absorto em relação a eles, como se eu os estivesse ignorando, exatamente como a minha neta e a minha sobrinha já fazem com todo mundo a sua volta. E o que eu acho que essa experiência é para mim, quando não estou mais dando tanto feedback a eles, acho que eles continuarão voltando até mim com aquilo? Ou se eu tiver desativado o suficiente, eles jamais voltarão até mim? Então, quando isso não estiver mais vindo até mim, isso significa que eu desacelerei a vibração disso… Sacou? E agora que desacelerei deliberadamente a vibração disso, agora que eu tenho espaço em meu processo de atenção, para outra coisa, agora eu posso dar muito mais atenção para muito mais outras coisas que eu quero. E eu estou realmente falando de tempo aqui, estou realmente falando da quantidade de tempo no qual estou focando agora. Então, é lógico para mim que, quanto menos eu pensar sobre essas coisas indesejadas, que não quero, mais tempo eu tenho, para pensar nas coisas que eu mais quero. E isso é bem lógico, mas não é exatamente assim que sempre acontece, e é por isso que os Abraham querem me relembrar sobre esses processos, porque eles querem que eu entenda que é assim que tudo funciona na minha vida. E isso é muito divertido! É tão divertido eu mesmo perceber tudo isso. Até a alguns anos atrás, eu não sabia mesmo, mas há tanta coisa em meu vórtice que ainda está ativo em termos de quem eu realmente sou, meu “ser interior” está lá, e ativo, com a vibração de todas essas coisas que eu quero. Então, quando eu mesmo diminuo, a vibração das coisas indesejadas, é como se fosse, quando eu ainda mantinha a cortiça sob a água e deliberadamente deixava a cortiça voltar para a superfície, em cada momento em que fiz diminuir a vibração das coisas indesejadas, eu mesmo deixava a minha cortiça mais e mais perto da superfície. E algo de bom acontecia. E assim, aqueles pensamentos que eu quero ter, irão em seguida, ocorrer para mim. Eu, então tenho mais acesso a todos àqueles pensamentos maravilhosos que eu muito queria ter, e isso faz todo o sentido…

ADEUS MUNDO VELHO…

- quarta-feira, 18 de maio de 2016

tomorrowland (1) A sensação que eu estou sentindo agora é essa. “Adeus mundo velho”. Ainda bem que eu tenho as crianças para conversar e me divertir mais, porque as pessoas adultas já estão ficando cada vez mais difíceis de se aturar, elas ainda vivem num mundo que está prestes a ser esquecido, engolido e rápido, isso pelos seus próprios filhos e netos. Novas tecnologias estão pipocando e ainda tem gente se preocupando com a Petrobras, que já ia falir mesmo, não só pela roubalheira que eles fomentam, mas também por ser ainda uma empresa do velho mundo, que ainda poluí a natureza e que logo logo será esquecida. Energia será de graça, eu já visito mais as realidades onde carros já andam sem motoristas e ainda tem gente se matando pelo Uber, e olha que já tem até carros que voam e também sem motoristas, drones já carregam pessoas, e pessoas já se curam de câncer só com a energia do seu próprio pensamento. E ainda tem gente se sentindo o máximo dando dicas do que se deve comer ou tomar pela TV, à uma quantidade enorme de aloprados ainda hipnotizados pelo medo.

Muita gente ainda não me entende, eu escrevo todos os dias, apenas para me preparar mais, para essas novas realidades, eu crio novas crenças, eu as realimento, eu pesquiso novidades pela Internet, procuro por mais evidências, e estou bem mais consciente e muito mais deliberado com o que eu ativo com o meu foco, dedico muito mais a minha atenção a tudo aquilo que quero que seja mais. Eu adoro estar aqui e agora para ver e sentir todas essas mudanças abruptas que virão. Nada é mais empolgante do que isso. Umas das coisas que mais me diverti é perceber que, por mais que eu traga isso pro meu agora, para mudar de realidade, as pessoas a minha volta ainda tentam usar isso nas realidades que elas ainda vivem, elas não concebem que elas teriam que também ir para essas outras realidades, elas passam poucos momentos em alguma das minhas novas realidades e logo voltam para passar muitos mais momentos nas suas velhas realidades que elas mesmas não querem mais.