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UM CONTO DE ANO NOVO… A Lei da Atração e as suas crenças…

- quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Sheik Arabe Para as pessoas entenderem bem mais claro, sobre o porque de elas já serem muito ricas vibracionalmente e mesmo assim, a abundância física, ainda não as acompanha na sua realidade do seu dia a dia, é preciso que elas mesmas entendam muito além do que as suas próprias crenças dominantes a permitem ser nesse momento. Por isso vou contar uma linda historia, para que qualquer pessoa, até mesmo uma criança possa entender como tudo funciona na sua realidade de agora… ABUN PODE SER VOCÊ…

Vamos contra a historia de ABUN, uma pessoa que a maioria diz e afirma ser uma pessoa muito normal, tudo por eles mesmos, serem assim também, iguais a ABUN, então, para a maioria as pessoas nada resistentes ao fluxo de Bem Estar, essas pessoas muito prosperas são as “anormais” ou “muito especiais”. Então, essa pessoa que eu dei o nome de ABUN, ele teve uma vida “normal”, seus pais também eram “normais”, lhes diziam desde pequeno que nada cai do céu, que tudo só vem com muito esforço, ABUN foi para as escolas e seus professores repetiram e repetiram as mesmas coisas, tudo só vem depois de muito esforço físico ou se fazendo algo muito especial, o que exige muita ação física, ou dedicação. ABUN ainda frequentou algumas religiões, e lá também se dizia que, ele deveria ter muito cuidado com a escassez que assola as pessoas e com o mal que vem sempre com as coisas muito fáceis na vida, essa coisas dos demônios para engana-lo ou tentá-lo…

ABUN cresceu e tinha uma vida pacata, até que começou a desejar coisas que ele mesmo apreciava em alguns momentos felizes, e com isso acabou encontrando um emprego que conciliava o seu desejo de apreciar coisas belas e a sua crença sobre trabalhar duro. ABUN conseguiu um emprego num grande hotel, o qual recebia pessoas abonadas em muita prosperidade. E ele ficava encantado ao trabalhar como carregador de malas do hotel, vendo todas aquelas pessoas prosperas e muitas de suas riquezas circularem ali, bem nas suas vistas. Eram pessoas que chegavam em lindos carros importados, com seus relógios de ouro, ele até sonhava em ter um para não se atrasar mais no hotel. E ele ficava encantado com as roupas que ele nunca tinha imaginado que existia. tudo era muito luxuoso. Até que depois de algum tempo trabalhando, a LDA atendeu um momento seu, em que ele mesmo se permitiu ficar por 69 segundos ou mais, apreciando tudo aquilo que ele mais gostou de apreciar.

Então, tudo aconteceu… Um Sheik Árabe muito rico se hospedou, e deixaram a sua cachorrinha escapar, o Sheik ficou alucinado com a fuga de sua cadela amada por ele e sua esposa preferida, e botou todo mundo do hotel a procurá-la, e quem achou a cadela foi ABUN, que estava sentado comendo uma coxinha de galinha e a cadela sentiu o cheiro e foi atrás dele e os dois brincavam, até ele ir atrás do dono da linda cadela. O Sheik ficou tão feliz que mandou o gerente do seu banco particular, esperar pelo ABUN para abrir uma conta corrente, onde teria alguns milhões de dólares já previamente depositados. ABUN só teria de ir no banco no horário normal e sorrir, para que o gerente o pudesse reconhecer ABUN pela foto dele sorrindo com a cadela em seus braços ao lado do Sheik. Ninguém nem pediu documento de ABUN.

Ao ABUN ser avisado por um dos funcionários da gerencia do Hotel, ele achou a principio que era uma pegadinha, ele não tinha feito nada de especial, não tinha realizado nenhuma ação física que pudesse ter uma recompensa assim, tão maravilhosa, e depois ficou pensando, eu não posso sair no meu horário de trabalho, eu vou acabar é sendo mandado embora. E mesmo assim o funcionário do hotel voltou lá dias depois e disse para ABUN, vai no banco ou o Sheik vai se aborrecer com o hotel e o hotel com você. ABUN meio desconfiado foi ao banco indicado, todo desconfortável, se sentindo mal, cara de preocupado, com medo de tudo ser uma brincadeira sem graça e ele ainda perder o seu emprego. O gerente ao ver ABUN, todo de cara fechada e muito tenso, pensou, esse jamais pode ser ABUN, como um cara que vai abrir uma conta milionária vai vir com essa cara de desesperado, de quem está indo para a forca, se sentindo muito mal? E nem o recebeu… Disse para o funcionário do banco, esse não é ABUN estão de brincadeira comigo? E ficou uma fera. ABUN, pensou, eu não disse que era um trote?

ABUN voltou ao hotel e deu o caso como encerrado, disse ao funcionário do hotel que tinha ido no banco e que tudo estava bem, e tudo ficou como está. O Sheik numa outra estadia de volta no hotel meses depois, quis saber de ABUN, o gerente do banco disse que ABUN não foi abrir a conta, ele calculou que ABUN, era muito tímido e resolveu comprar uma casa e uma carro de luxo, e mandou colocar em nome de ABUN. Mais uma vez ABUN ficou apavorado, ele ficou tão amedrontado com aquilo, que ficou doente e nem foi trabalhar por alguns dias, o encarregado de passar as coisas para o nome de ABUN, foi na casa dele e lhe pediu para irem no cartório passar a escritura da mansão pro seu nome e depois ir na loja para tirar a nota fiscal do carro em nome dele. ABUN quase que teve um ataque do coração. Ficou com tanto medo de que alguém estava querendo fazer dele um laranja, ele tinha lido isso num jornal. E disse pro funcionário, passe tudo para o seu nome e eu assino que recebi e tudo bem, eu não quero nada fácil, isso dá azar ou é coisa do demônio. E assim, ABUN, continuou trabalhando no hotel e admirando quando podia as coisas muito belas, mas, sempre bem rapidinho, nunca mais do que 17 segundos, porque a sua crença o dizia, cuidado vai acabar perdendo seu emprego, não perca seu tempo com seus sonhos, trabalhe mais, dê mais duro que você chega lá um dia…

E assim, são as pessoas que leem Abraham, que admiram a LDA e ainda só se permitem ir até onde as suas próprias crenças limitantes e resistentes que ela mesma criou as permitem ir, agora. Colocam fortunas em suas escrituras vibracionais, mas, vivem uma vida de mendigo, pedindo e recusando a receber o que já lhe foi concedido…