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RELEMBRANDO ALGO IMPORTANTE…

- sexta-feira, 23 de agosto de 2019

fenomeno-ll Eu nunca posso ter um final feliz no final de uma jornada infeliz; simplesmente isso não funciona assim. A maneira como eu estou me sentindo, ao longo do caminho, é a maneira como eu continuo a preparar qualquer que seja essa minha jornada, e é assim que ela vai continuar, até eu fazer algo sobre o modo como eu mesmo estou me sentindo agora…

Eu lia isso nos livros da Esther Hicks, e mesmo assim, em alguns assuntos, eu continuava pensando igual ao que eu pensava antes, e tinha coisas que demoravam muito a mudar. E foi aí que eu percebi a maior armadilha que a sociedade criou para manter as pessoas ainda reagentes. “Os livros que viram filmes”. A própria Rhonda Byrne tentou fazer isso com os livros da Esther e Jerry Hicks. As pessoas dizem que todos devem ler muito livros. E é isso que as fazem realimentar suas velhas crenças, ficar pensando os pensamentos dos outros em vez de escolher mais o que pensar e lhe fazer se sentir bem…

Um exemplo bem atual e esse: Muitos estão despertando para a física Quântica, mas é difícil encontrar alguém que aceite, ou que pense mais sobre: “Ele mesmo ser o observador que determina o comportamento dos átomos”. Os filmes que mais tramitam no mundo Quântico; Matrix, Fenômeno, Lucy e Sem Limites, ainda levam as pessoas a pensarem que nunca é só a sua observação que muda o comportamento dos átomos, sempre tem uma droga, ou evento externo, que eles precisam ler livros ou adquirir conhecimento ainda fora da Fonte, onde todos o conhecimento está. E todos esses filmes, ainda alimentam as teorias das conspirações, fazendo todo mundo voltar a realimentar as velhas crenças de que “não se tem escolhas” e a que “é preciso sobreviver”

A VIDA É UM ETERNO ACESSO A FONTE OU AO MEU EGO…

- domingo, 16 de julho de 2017

esther h Esse acesso a Fonte sempre foi; livre, ininterrupto e ilimitado. As religiões foram que fizeram com que as pessoas deixassem de deliberar e serem mais conscientes, acreditando que elas só teriam acesso as poucas informações da Fonte de Bem Estar, só acessando por intermédio delas em seus rituais e suas liturgias, e na verdade as pessoas pensam que acessam a Fonte, mas na verdade elas estão na maioria das vezes acessando apenas o seu próprio ego limitado e resistente. Porque todas as leis criadas, sagradas ou seculares, e até mesmo as doutrinas foram criadas no sentido de se buscar proteção, e portanto partiram de momentos de desconexão. Sem a religião eu jamais estaria desconectado.

Tudo na vida é um contraste bifurcado; pensamentos, pessoas, coisas e eventos. Tudo tem dois lados, o lado do Bem Estar e o lado da ausência dele. Eu ao nascer, já sabia antes, que a minha felicidade é a minha conexão, e a minha falta de felicidade era resistência ao fluxo que sempre vem quando eu foco, quando eu quero ativar algo. E por medo, por ainda estar desconectado a Fonte, resistindo ao fluxo, eu criei um ego que pensa, que ainda tentando fazer algo sem alegria eu consigo o acesso a Fonte e quem sabe assim eu possa sentir depois, o Bem Estar.

E o ego é ardiloso, ao perceber meu acesso maior a Fonte através dos Abraham, ele sabe que eu uso muito, semelhante atrai semelhantes, e ele sempre tenta voltar a dominar a situação, usando truques para que eu pense que estou deliberando mais e sendo mais consciente, mas se eu deixar eu estarei mesmo é realimentando novamente as minhas velhas crenças religiosas resistentes. Então, aparece uma leva de gente desconectada, que também conheceu Esther Hicks, primeiro veio o “The Secret”, de Rhonda Byrne, que despeja a velha “gratidão” religiosa, depois veio o livro da Lynn Grabhorn, também fazendo as pessoas acessarem mais o ego. Agora vem o Noah St. John com seu livro Aformações: A Chave Que Desbloqueia “O Segredo”. Também acessando mais o ego, o subconsciente. Onde suas perguntas sem se ter uma crença de que, tudo que é desejo já lançado por mim, já está no meu vórtice, na minha escritura vibracional, também é puro acesso as crenças resistentes que vão me limitar ao ego.