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ADEUS MUNDO VELHO…

- quarta-feira, 18 de maio de 2016

tomorrowland (1) A sensação que eu estou sentindo agora é essa. “Adeus mundo velho”. Ainda bem que eu tenho as crianças para conversar e me divertir mais, porque as pessoas adultas já estão ficando cada vez mais difíceis de se aturar, elas ainda vivem num mundo que está prestes a ser esquecido, engolido e rápido, isso pelos seus próprios filhos e netos. Novas tecnologias estão pipocando e ainda tem gente se preocupando com a Petrobras, que já ia falir mesmo, não só pela roubalheira que eles fomentam, mas também por ser ainda uma empresa do velho mundo, que ainda poluí a natureza e que logo logo será esquecida. Energia será de graça, eu já visito mais as realidades onde carros já andam sem motoristas e ainda tem gente se matando pelo Uber, e olha que já tem até carros que voam e também sem motoristas, drones já carregam pessoas, e pessoas já se curam de câncer só com a energia do seu próprio pensamento. E ainda tem gente se sentindo o máximo dando dicas do que se deve comer ou tomar pela TV, à uma quantidade enorme de aloprados ainda hipnotizados pelo medo.

Muita gente ainda não me entende, eu escrevo todos os dias, apenas para me preparar mais, para essas novas realidades, eu crio novas crenças, eu as realimento, eu pesquiso novidades pela Internet, procuro por mais evidências, e estou bem mais consciente e muito mais deliberado com o que eu ativo com o meu foco, dedico muito mais a minha atenção a tudo aquilo que quero que seja mais. Eu adoro estar aqui e agora para ver e sentir todas essas mudanças abruptas que virão. Nada é mais empolgante do que isso. Umas das coisas que mais me diverti é perceber que, por mais que eu traga isso pro meu agora, para mudar de realidade, as pessoas a minha volta ainda tentam usar isso nas realidades que elas ainda vivem, elas não concebem que elas teriam que também ir para essas outras realidades, elas passam poucos momentos em alguma das minhas novas realidades e logo voltam para passar muitos mais momentos nas suas velhas realidades que elas mesmas não querem mais.