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A Paz Mundial é uma ilusão?

- sábado, 26 de abril de 2014

onu_direitos_humanos-1 A paz mundial que se fala hoje, significa uma mentalidade muito grande para bilhões de individualizações, o suficiente para se tomarem as decisões sobre o que todo mundo quer, e o resto do mundo que se conforme. Essa é a definição final para a paz mundial da ONU. Eu mesmo, quando ainda budista, ouvia dos japoneses que eu estava praticando o verdadeiro budismo, e eu dizia para a paz: “Oh, vamos junto!” E o que cada um quer dizer com isso é: “Você faz o que eu quero”… Um mundo de paz com a velha mentalidade Newtoniana significa: “Todo mundo querendo o que eu quero. Indo junto com o que eu quero.” E o único problema com isto é: há mais de um de vocês, e você tem desejos infinitos que nascem, momento a momento dentro de você, já dizia os Abraham…

Com a física Quântica sendo realmente concebida, se todos deixassem de lado a física de Newton… Onde cada um saberia, que é ele mesmo quem realmente cria a sua realidade, colapsando desejos, vendo a Lei da Atração gerenciar tudo, reunindo átomos em diferentes frequências e vibrações, para ganharem densidade e dar a forma ideal a cada desejo de cada individualização. Essa seria a melhor experiência possível em todo o mundo, todo mundo tendo a sua própria experiência e lançando seus próprios foguetes individuais de desejo, e o Universo se rendendo a todos eles ao mesmo tempo. E todo mundo não mais se preocupando com o que os outros criaram, e assim, em seguida, permitir tudo o que eles estão querendo. E esse é um mundo maravilhoso possível, quando existem infinitas desejos que estão permitindo a realização de seus próprios desejos…

O desejo de se viver em Paz…

- sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Eu fui budista por longos trinta anos e nos últimos anos em que estive a frente como dirigente da BSGI, eu via as pessoas comuns dizendo com a alma, acreditando realmente estarem contribuindo para a paz mundial, e foi ai que eu comecei a me questionar, não seria isso mais uma ilusão, visto que internamente nem eles mesmos, dirigentes e o clero conseguiam viver em paz, era uma briga sobre poder, prestigio e dinheiro, muito dinheiro, alguns bilhões de dólares.

Lendo uma das citações da Esther Hicks, sobre a paz mundial, onde ela diz que essa paz sonhada, significa uma mentalidade muito grande, talvez grande o bastante para se tomar decisões sobre o que todos realmente querem e conforme ainda o que o resto do mundo quer. Essa seria a mais provável definição definitiva da paz mundial tão divulgada pelos japoneses, ingleses e americanos.

 Você diz: “Ah vamos nos dar bem!” E o que cada um deles querem dizer é: “Faça o que eu quero.” Um mundo pacífico significaria “todos querendo o que eu quero, como os ingleses dizem aos americanos ou indo junto com o que eu quero, como os americanos querem e dizem ao mundo”.

E eu pensei, o único problema com isso, seu inglês, americano e japonês tupiniquim, é que há mais de um como você, existem bilhões e como você, tendo infinitos desejos nascendo o dia todo, todos os dias.

Todos os dias nascem milhares de leis municipais, estaduais e nacionais em todos os países, todas com esse desejo de que todo mundo seja igual, vai chegar uma hora onde ninguém mais será uma pessoa dentro da lei, seremos todos criminosos, ou os fora da lei.

Em vez de buscar o impossível, seria muito mais fácil se cada um fosse um exímio permissor.

A experiência definitiva é a de todos tendo as suas próprias experiências e lançando seus foguetes de desejos individuais, e o Universo sempre respondendo a todos eles simultaneamente. E assim ninguém se preocuparia com o que o outro criou, e assim permitindo o que eles também desejam.

Que mundo seria esse, onde haveria infinitos desejadores, que estariam assim, permitindo as realizações dos seus próprios desejos e os desejos dos outros?

Certamente seriamos o que já somos, bilhões de mundos individuais, só que cheios de PAZ!