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PODERÍAMOS AINDA VIVER MAIS QUE O POVO DE HUNZA…

- sábado, 8 de julho de 2017

MULHER DE HUNZA O povo de Hunza vivia de 120 ou 140 anos; alegres, saudáveis e sem doença alguma, viviam felizes e se divertiam muito, suas mulheres com 65 anos tinham aparência de garotas de 20 anos, as mulheres pariam filhos normalmente aos 65 anos, os homens não ficavam doentes e nem acamados, os seus corpos não definhavam, eles agiam como jovens até baterem as botas na idade que eles decidissem parar de desejar mais. Tudo porque eles acreditavam que isso era possível e o normal para eles, e eles mesmos mantinham esse desejo vivo, eles simplesmente deitavam aos 140 anos para dormir e voltavam para o não físico. E olha que eles não sabiam que um chinês viveu feliz até os seus 256 anos. E nem conheciam a física Quântica e muito menos os Abraham…

E qualquer um ainda hoje, mesmo sem nascer e viver em Hunza, poderia realmente viver da mesma forma; confortável, alegre e saudável, sem jamais se importar com as circunstâncias, dando muito mais importância em manter o seu foco e atenção no seu natural Bem Estar, desde que mantivesse vivo os seus desejos, que é o que convoca a energia da vida através dele mesmo, ainda ativando pelo seu foco e atenção, apenas aquilo que mais quer. As pessoas até hoje, não morrem só porque o tempo passa para elas. Eles morrem porque elas mesmas não permitem mais, que esse espaço de espetáculos que é esse mundo lindo e maravilhoso, que chamamos de Terra, ainda as estimulem mais a mais decisões. A única razão pela qual as pessoas já morreram é porque elas pararam de tomar decisões sobre estar aqui, ou elas tomaram decisões sobre voltar a ser não físicos… “Os átomos tem de se comportar assim como é observado”. Isso não é uma filosofia barata, para criar mais uma religião ou apenas para ainda manter uma delas, isso é física Quântica…

VIVER É DESEJAR SEMPRE MAIS…

- quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Hunza Toda vez que você quiser alguma coisa e alcançar uma harmonia vibracional com essa coisa e deixa-la ou permiti-la vir até você, você não só ganha a satisfação de ter realizado esse seu desejo, como você também ganha uma nova perspectiva a partir da qual passa imediatamente a desejar mais coisas. Lendo isso que os Abraham nos relembram, eu fiquei pensando no povo de Hunza. Enquanto eles não tinham contato com a nossa civilização, eles mesmos criaram suas crenças e dentre elas tem a que eles viveriam bem, sem declinar nem na sua saúde como no seu físico até os 120, 130 ou 140 anos, eles mesmo limitaram essa idade de vida, eles dormiam e batiam as botas, apenas porque era até onde as suas crenças os permitiam ir…

Mas, assim que um médico pesquisador se infiltrou entre eles, com a sempre famosa desculpa de tentar entende-los e estuda-los, como fizeram com os nossos índios. Mas, ainda com o seu EGO inchado e muito mais resistente e limitado, em vez de aprecia-los, começou a fazer com que os jovens de Hunza pensassem em; Como? Onde? Quando? Tudo isso que já era mais do que natural para eles, como tudo isso começou a funcionar. igual como ainda fazem hoje com as nossas crianças nas nossas escolas, e em Hunza não havia escolas, por isso eles tinham essa crença menos limitada, menos resistente ao Bem Estar. E o ego resistente do pesquisador que, com certeza ou não sabia nada ou não aceitava a física Quântica, que confirma que os átomos vão sempre tomar a forma que o observador pensar, logo disse que tudo aquilo de maravilhoso, era fruto da sua alimentação e seus costumes. Mas, a verdade é que tudo só funcionava bem, por causa das crenças que essas pessoas tinham sem ter duvidas. Tanto que os jovens que saíram e vieram a nossa civilização de EGOs inchados, passaram a acreditar mais, nas resistências ensinadas a tudo o que eles mesmos já tinham, que era o seu próprio Bem Estar. E mesmo assim, aqueles que voltaram e continuaram com seus antigos costumes e alimentação, também começaram a declinar em tudo, como os que ficaram na famosa “civilização educada”, confirmando ainda mais a minha tese de que as escolas só emburrecem mais o ser humano.

Eu preciso escolher entre vida longa e vida alegre?

- domingo, 10 de março de 2013

É lógico que se podem escolher tudo, e sendo assim, nesse caso eu prefiro escolher as duas opções. Desde que a minha longevidade, sempre me traga muito mais alegria.

Eu jamais fui defensor de se ter, apenas uma vida longa, sem se ter muitas alegrias. Agora, sou a favor de uma vida sempre mais alegre, seja ela longa ou curta. E eu vejo que quando alguém se encontra em eterna alegria, sem ser dependente de; pessoas, coisas ou drogas, a longevidade normalmente o segue. Observei isso nós meus avós paternos que, eram completamente diferentes…

Ele, meu avô Marino, um homem sem religião, não dependia de nada para ser feliz, nem da sua mulher, nem mesmo dos filhos ou netos. Realizou muitos de seus desejos, jogava boche, viajava muito, subia morros, verdadeiras capoeiras, atrás dos pássaros, tomava banhos de rio, tinha muitas propriedades e seus viveiros de plantas e até os seus cactos criados por ele mesmo, através de enxerto, foi reconhecido no mundo todo, como um dos maiores colecionadores de cactos do Brasil, saia nas maiores revista do Pais, trocou seu Pé de Bode, um carro antigo com o Rei Roberto Carlos. E só veio bater as botas já na sua velhice e inclusive em sua primeira vez na sua vida, em que entrou em um hospital, onde foi levado por mim para se cuidar de um infarto, o qual eu ainda não sabia naquela época que, isso era apenas mais um desejo seu, o desejo de ir embora .

Minha avó Belinha, já era evangélica, mas não era tão fanática como a maioria é hoje, então, era muito feliz em curtir sua vida simples, mas muito feliz e cheia de muitas historias, eu e meus primos a fizemos viajar em mundos completamente diferentes do dela, ela se divertia com nossas peraltices, mascava seu fumo de rolo escondido, que eu comprava e guarda os bambus do rolo de fumo, para meu pai fazer agulhas e paletas, para fazermos redes de pescar. O rio Bengalas em Friburgo, já deu muitos peixes. Ela também era uma cozinheira e doceira de mão cheia. Adorava os seus muitos filhos e, logo vieram os seus muitos netos e bisnetos, e só quando perdeu a lucidez e ficou dependente, só da sua religião para ser feliz que, veio bater as botas. Mas para ambos, os nossos encontros sempre nos faziam muito mais alegres.

Eu jamais acreditei que, se ter uma vida longa é se ter sucesso. Acredito que sucesso mesmo é se ter uma vida repleta de muitas alegrias, independente de tudo, completamente incondicional e conceitual. Na hora que eu mesmo parar de me divertir, aqui e agora. Eu simplesmente desejo e, vou embora!