Posts com a Tag ‘Gregg Braden’

AINDA ME CONVENCENDO…

- quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Gregg Braden 3 Tudo o que eu tenho na minha vida foi porque eu mesmo me convenci disso, escolhendo o que pensar mais, ativando algo com o meu foco quando estou feliz, mas principalmente fazendo tudo ser sempre mais com a minha poderosa atenção, e isso vale para o que eu sei que eu ainda quero e também para o que eu ainda não quero e tenho. Porém, ainda tem mais uma coisa nessa equação que é muito importante, que é eu mesmo me convencer que só o Bem Estar existe, tudo mais é a sua própria ausência. Porque se eu aceito que só o Bem Estar existe mesmo, tudo sempre estará bem para mim, nunca importando as circunstâncias. Tudo está bem em minha vida. Eu estou onde estou, e onde estou tudo está bem…

Todas essas estatísticas que as pessoas vivem reunindo sobre suas próprias experiências e até sobre as experiências dos outros, são apenas sobre como alguém fluiu a própria energia dela. Não é sobre qualquer realidade dura e crua que vale pra todo mundo. Nunca é uma coisa certa, não tem de ser assim. A maioria das coisas que são do jeito como os especialistas da arte da limitação dizem, é porque esses especialistas fazem todo mundo dar muito mais atenção naquilo que ele mesmo deu sua poderosa atenção e fez isso crescer em sua vida, o que fez dele agora um exímio limitador de apenas mais do que é… É por isso que as doenças nunca vão embora. Não existem hospitais e nem Upas, que suportem tanta gente dando atenção ao que não se quer. Imagine se a China pensasse igual aos brasileiros, haveria mais médicos, farmácias e hospitais que em qualquer parte do mundo, e não tem, lá não é assim, lá as pessoas se curam de um câncer incurável para os nossos médicos ocidentais, em míseros 2 minutos e 40 segundos, apenas vibrando energia de puro Bem Estar…

SEM CRIAR NOVAS CRENÇAS, NADA FEITO…

- domingo, 20 de setembro de 2015

crenças As crenças inconscientes são esses nossos hábitos de voltar a pensar no mesmo, e elas são tão fortes que as pessoas mesmo tendo informações comprovando que, o que elas acreditam ainda ser verdade, é na realidade uma grande mentira, elas ouvem, leem sobre, mas não aceitam e continuam com as suas mesmas velhas crenças resistentes, realimentando sempre suas falsas premissas. Veja que as religiões queimavam livros, bibliotecas inteiras, para que ninguém tivesse informações de suas mentiras. Nunca sem antes eles terem um exemplar na sua biblioteca particular da sua igreja. Então, as pessoas agora com a Internet ficam sabendo de que, quem realmente escolheu o que tem na sua Bíblia, foi o imperador Constantino que não era Cristão. Se passou por Cristão para se manter no poder, mas pediu uma cerimonia do Deus Sol no seu funeral. E mesmo assim, ainda dizem que é um livro sagrado. Todos sabem que milhões de pessoas morreram para que hoje as pessoas acreditassem nisso. E elas continuam acreditando nas suas velhas crenças religiosas. Há mais de duzentos anos atrás foi feita a primeira experiência da “dupla fenda” que prova que tudo é energia e que os átomos tomam a forma que o observador espera. Partícula ou onda. E mesmo assim as escolas ainda ensinam essa física Newtoniana que não funciona, onde todos ainda pensam em matéria que não existe. Infinitas possibilidades limitadas por uma simples crença resistente a verdade, ao Bem Estar, realimentada pela sociedade.

Nikola Tesla, o cara que mais acessou informação do Universo e que possibilitou o mundo ter há 100 anos atrás, muito mais tecnologia do que temos hoje. Que foi escondido pelas escolas, por simplesmente ter oferecido energia de graça ao mundo. Tudo o que existe de tecnologia, de modernidade; energia elétrica alternada, telefone, motores, controles remotos, Wi-Fi, Internet, smartphones e tudo mais de moderno, esse cara recebeu a informação completa para realizar cada coisa dessa, há mais de 100 anos atrás, detalhe por detalhe, direto do universo, nunca foi informação que veio de uma escola, ou de faculdade alguma. Ele nem precisava colocar no papel suas ideias, quando o fazia era só a parte do que alguém ia fazer, nem mesmo ele ficava anos e anos testando suas ideias, ele recebia informações inspiradas. E mesmo sabendo disso, as pessoas ainda passam anos em suas escolas só aprendendo repetir abobrinhas. A China cura câncer que a nossa medicina das escolas ocidentais ainda dizem ser incurável, em apenas 2,40 (dois minutos e quarenta segundos). E as pessoas ainda correm as farmácias, todo dia abre mais uma. As suas velhas crenças não as permitem aceitar a verdade. E sem novas crenças elas só ficam criando mais do que é…

Mudando a sua própria consciência

- quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Desde 1887 até 1990, toda a Ciência ocidental baseava-se no princípio de que, o que acontece agora, num lugar como onde estou agora, no Recife, não teria efeito absolutamente nenhum sobre o que acontece ao mesmo tempo numa outra parte do Brasil neste exato momento, por exemplo, onde está o meu pai em Friburgo. E eu realmente já sabia pessoalmente, que isso não é a verdade. Eu mesmo já realizei várias coisas que somam com o que o Gregg estudou e apresentou.

Gregg Braden, É um cientista que fez um vídeo que gira pela internet, relatando três experiências interessantes que fizeram estremecer as fundações da Física ocidental.

- A primeira foi realizada pelo físico Russo, Vladimir Poponin, no principio da década de 1990. Poponin queria investigar a relação entre o DNA humano e a matéria de que o nosso mundo é feito. Os pequenos pacotes de energia a que chamamos fótons, pequenas partículas de luz, se quiserem pensar nisso desta maneira. Por isso, a experiência consistiu em pegar num tubo de vidro, extrair completamente o ar desse tubo, criar aquilo a que chamamos vácuo e, implicitamente, nada estava dentro do tubo. No entanto, sabemos que algo foi deixado lá. As pequenas partículas de luz.

Poponin mediu essas partículas, para ver como estavam distribuídas. Se elas estavam por toda a parte no tubo, ou se estavam acumuladas no fundo, ou o que é que lhes aconteceu? Os resultados desta primeira parte da experiência não foram surpreendentes. Porque as pequenas partículas de luz, os fótons, estavam todas espalhadas. E era isso mesmo que eles já esperavam. A parte seguinte da experiência, é que é realmente interessante. Colocaram algum DNA no tubo, e quando tornaram a medir os fótons, o DNA humano provocou o alinhamento dos fótons. O DNA teve um efeito direto na matéria que compõe o nosso mundo!

- A segunda experiência é ainda mais fascinante. É uma experiência militar. O que fizeram, essencialmente, foi colher algum DNA humano, alguns fragmentos de tecido do forro da boca do doador ou voluntário. Colocaram o DNA num aparelho que podia medir os seus efeitos, numa sala de um edifício, enquanto o doador desse DNA estava numa outra sala do mesmo edifício.

O que fizeram, foi submeter o voluntário àquilo que chamamos de estímulos emocionais, e iriam obter respostas genuínas das suas próprias emoções de alegria, tristeza, medo e raiva, numa parte do edifício. E mediram o DNA que estava em outra sala, para ver se o DNA seria afetado pelas emoções do doador. O que aconteceria?

Na nossa Física ocidental de hoje, não há nada que, por um lado, sugerisse que aquele DNA ainda estivesse ligado ao doador. Por outro lado, ao realizarem a experiência encontraram absolutamente o contrário. O que concluíram foi que quando o doador estava a ter os seus altos e baixos emocionais numa sala, o DNA estava a ter os altos e baixos emocionais correspondentes, numa outra sala, exatamente ao mesmo tempo.

- A terceira experiência, foi realizada na década de 1990 no Institute of HeartMath. Uma organização pioneira de pesquisa, do norte da Califórnia, onde se concluiu que o coração humano é mais do que uma simples bomba que movimenta o sangue nos nossos corpos. E embora os nossos corações façam isso precisamente, isso é apenas a tarefa menor que os nossos corações realizam.

Estão descobrindo que o coração é o campo magnético mais forte do corpo humano, e que esse campo eletromagnético que é produzido pelo coração tem um efeito que se estende para além dos nossos corpos.

Elaboraram uma experiência para testar precisamente esta teoria. Retiraram o DNA humano e o isolaram, e pediram aos indivíduos que foram treinados para sentir emoções humanas coerentes, emoções muito claras de amor, apreço, compaixão, raiva e ódio, para terem esses sentimentos isolados a cada pedido.

Os cientistas mediram a maneira como o DNA respondia. Concluíram que na presença de apreço, amor, compaixão e perdão o DNA ficava tremendamente descontraído.

E também o oposto é verdadeiro. Na presença da raiva, do ódio ou do ciúme, o DNA atava-se como um pequeno nó.

Cada uma destas três experiências é interessante por si só. No entanto, quando se reúnem todas, deixam de ser experiências isoladas e interessantes, e começam a contar uma nova história melhorada de vida.

A primeira experiência, a de Vladimir Poponin, mostra que o DNA do nosso corpo tem um efeito direto no nosso mundo. Da matéria física de que o nosso mundo é constituído, a nível energético. A última experiência mostra que as emoções humanas têm a capacidade de mudar o DNA, e que isso tem um efeito no mundo que nos rodeia. Mas, a experiência do meio, a que foi levada a cabo pelo exército dos Estados Unidos, mostra que quer estejamos num mesmo edifício ou a 400 milhas dele, o efeito é o mesmo. Não somos afetados pelo espaço e pelo tempo.

E, de fato, os resultados dessas experiências dizem isso precisamente, que você e eu, temos um poder dentro dos nossos corpos que não é regido pelas leis da Física, da maneira como as compreendemos hoje.