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ATÉ QUANDO A EDUCAÇÃO VAI SER UMA DESCULPA?

- segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

escolas A sociedade não é totalmente cega, só não vê porque não quer, está tudo bem na sua cara. Os maiores gênios que conhecemos jamais tiveram diplomas universitários, e o mais ilustre deles, Nikola Tesla, o cara que foi suprimido intencionalmente pelas escolas, porque dizia abertamente que seus diplomas não valiam de nada, tudo que ele trouxe a esse mundo que um dia não existia, veio prontinho e completo na sua mente. Ele jamais teve alguém que o ensinou. Ele como os atuais gênios que a sociedade hoje venera, e que antes os desclassificavam ao máximo, para tentar não lhes dar notoriedade, apenas para não fazer com que outros jovens desejassem sair de suas escolas, como fez Bill Gates, Mark Zurckerberg, que mandaram Harvard a merda. E como dizia Einstein, ao sugerir fazer nossos filhos questionarem mais; os dogmas, as mentiras e as farsas, que o estado e as escolas contemporâneas ainda injetam hoje a força na mente dos nosso jovens. Onde ele diz que prefere crianças; rebeldes, criticas, criativas e autônomas, no lugar dessas crianças domesticadas, massificadas e servis, ao que o estado ainda precisa de mão de obra barata.

O AUTISMO DE MESSI, LHE DEU A LIBERDADE DE SER O MELHOR DO MUNDO…

- sábado, 21 de março de 2015

Messi O Messi é um autista, diagnosticado aos 8 anos de idade, ainda na Argentina, com a Síndrome de Asperger, conhecida como uma forma branda de autismo. O diagnóstico foi pouco divulgado, como uma maneira de protegê-lo, mas, o fato é que seu comportamento dentro e fora de campo são reveladores. São pessoas, em geral do sexo masculino, que apresentam dificuldades de socialização, atos motores repetitivos e interesses muito estranhos. Popularmente, a síndrome é conhecida como uma fábrica de gênios. É o caso de Messi. É possível identificar, pela experiência, como o autismo revela-se no seu comportamento em campo, seja nas jogadas, nos dribles, na movimentação, no chute. “Autistas estão sempre procurando adotar um padrão e repeti-lo exaustivamente”.

O Messi sempre faz os mesmos movimentos, cai pela direita, dribla da mesma forma e frequentemente faz aquele gol de cavadinha, típico dele”, e graças à memória descomunal que os autistas têm, Messi provavelmente deve conhecer todos os movimentos que podem ocorrer, por exemplo, na hora de finalizar em gol. “É como se ele previsse os movimentos do goleiro. Ele apenas repete um padrão conhecido. Quando ele entra na área, já sabe que vai fazer o gol. E comemora, com aquela sorriso típico de autista, de quem cumpriu sua missão e está aliviado.

A qualidade do chute, extraordinária em Messi, e a habilidade de manter a bola grudada no pé, mesmo em alta velocidade, são provavelmente, padrões de repetição, aliados, claro, à grande habilidade do jogador. Assim o Messi é perfeito, como se soubesse exatamente o comportamento dos outros jogadores e apenas repetisse um padrão”. Mas autistas, não são criativos, apenas repetem o que sabem fazer. “Cristiano Ronaldo e Neymar criam muito mais, porém todos eles conseguiram de alguma maneira serem bem mais livres e felizes que a maioria que a sociedade ainda reprime com a velha desculpa da educação, para o trabalho suado em troca do pouco dinheiro. É bom lembrar que os que são criativos a própria comunidade cientifica ainda lhes vendem uma falsa premissa de que eles erram mais, e na verdade nunca ninguém erra nesse mundo, apenas está expandindo novas possibilidades”. Autistas podem ser capazes de feitos impressionantes, o filme Rain Man, ilustra isso. Hoje já se sabe, por exemplo, que os físicos Newton e Einstein tinham alguma forma de autismo, assim como Bill Gates.