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A MEDITAÇÃO, A RELIGIÃO E A CIÊNCIA…

- segunda-feira, 31 de outubro de 2016

daimoku Eu pratiquei budismo por mais de 30 anos, e meditava muito ao fazer o Daimoku, ou seja, ao recitar um mantra budista, as vezes por; alguns minutos as vezes horas ou dias, dependendo da circunstância indesejada ou do objetivo a alcançar. Embora se estude o budismo como outra qualquer disciplina escolar, tem que se fazer provas de; 1º e 2º grau, depois grau médio e superior, se tem de ler; jornais, revistas e muitos livros, muitas reuniões e infinitas palestras, nunca, em momento algum, se falou a verdade sobre o porquê, da recitação do mantra, sobra essa meditação que a maioria ainda faz, mesmo sem ainda saber o porquê?

Tanto a religião quanto a ciência, só conseguem explicar até onde as crenças que as criaram, esses pensamentos repetidos em exaustão, os permitem ir. Eles usam e muito o reforço da sincronicidade resistente ao Bem Estar, tudo para poder sobreviver. A religião, sendo a forma de comercio mais conhecida e mais rentável em todas as partes do mundo, cria sempre um aspecto místico ou divino em volta da meditação, para dar a impressão que só aquele mantra funciona, e assim garantindo a sua própria sobrevivência. E para que essas crenças sejam difundidas nas sociedades como uma base do pensamento da maioria, cada uma das religiões criaram suas próprias; escolas, faculdades e Universidades, todas sempre usando a sua física newtoniana, limitando tudo para que as pessoas não tivessem acesso as infinitas possibilidades. E assim a ciência escolar ainda tenta dar a lógica e a razão para a meditação, sem na verdade, mostrar a real função da própria meditação.

Uma coisa ninguém pode duvidar. Nada, nenhuma coisa, que um dia não existiu e que existe hoje, saiu de uma escola ou religião. A própria meditação veio primeiro a mente humana por um desejo, alguém recebeu essa informação sozinha, sem um religioso ou professor para lhe ensinar o que ainda não existia, e ele, foi quem ensinou as outras pessoas a meditarem, a repetirem isso que ele mesmo conseguiu sozinho. Tudo porque, informação alguma, esteve no cérebro humano, antes dele mesmo pensar e criar suas próprias crenças, o cérebro é só um mecanismo de foco, toda e qualquer informação do Universo está na Fonte de energia e informação de Bem Estar, e para acessa-la, até agora, eu só conheço dois meios: Entrar no meu próprio vórtice através da mistura das sensações maravilhosas de mais; Alegria, liberdade, amor, poder e apreciação, que sempre inspira alguém e através da limpeza dos pensamentos do ego, que é o que é a meditação, simplesmente limpar a mente dos pensamentos do ego.

Todos nós podemos ser iluminados…

- quinta-feira, 19 de julho de 2012

Eu estudei por muitos anos a filosofia oriental, conheci em Manaus, por volta dos anos 70, e sempre li muito, o sr. Toda, ao dar uma de suas orientações para Ikeda ainda jovem disse, uma pessoa só deve ser considerada mestre, ao fazer de seu discípulo, melhor do que ele mesmo. Então, foi isso mesmo que eu fiz, busquei o melhor de mim mesmo, errando algumas vezes e acertando muito mais vezes, porque nunca se acerta, se a pessoa tem medo de errar. E na verdade nem mesmo existe o que é errado, tudo é apenas mais uma experiência de vida, como diz num gosho, tudo é apenas três mil mundo se passando numa só existência momentânea de vida, na cabeça de cada pessoa.

O próprio Buda disse que todos nós temos o estado de Buda dentro de nós, e que só precisamos ativá-lo, para atingir a nossa própria iluminação, o próprio nome Buda quer dizer um ser iluminado, e todos nos temos ele inerente na nossa vida, e analisando bem, naquela época existia mesmo, uma preocupação muito maior do que a de hoje, sobre uma filosofia de vida, hoje a maioria até acha bonitinha, mas quase ninguém leva muito a sério, e realmente colocar ela em prática, é para poucos, a maioria enrola muito mais que a realiza qualquer coisa em sua vida diaria. Basta ver suas realizações como exímios criadores que na verdade todos nós somos, a maioria se esqueceu de quem realmente é, e virou um mero observador, seguidor de pessoas e coisas a sua volta.

Então nos meus momentos de iluminação eu pensei, o que é hoje o Gohonzon? A liturgia, ou seja o gongyo? O próprio Daimoku? Muita gente pratica a anos e ainda não sabe na verdade, o porque de cada coisa…

O Gohonzon, na verdade é um contrato individual, onde ao recebermos, damos a nossa poderosa intenção de, fazer a nossa própria revolução humana, que é realizar nossos desejos mundanos, o próprio Buda disse que “desejos mundanos são o caminho para a iluminação”, então fazer o Kosenrufo, é ser feliz, é propagar a paz, a felicidade que só pode existir dentro de você mesmo, dentro de cada um individualmente, nunca fora. E o Gonhonzon ainda serve também como um ponto essencial para o seu foco ao se fazer o Daimoku.

O Gongyo na verdade, é ler a liturgia, repetitivamente, e se faz isso duas vezes por dia, para isso se tornar a sua crença consciênte, porque é assim que criamos toda e qualquer crença, por meio de repetição, é só observar que todas as escolas lhes criam crenças pelo poder que tem a repetição de palavras, por isso eles te obrigam a você a repetir, repetir e repetir, então essas palavras passam a ser verdadeiras, a ser sua atual realidade. Só que muita gente o faz gongyo, mesmo sem saber o significado de cada palavra, do que se está pronunciando. Portanto é muito mais difícil para qualquer pessoa, poder fazer isso, se tornar a sua crença dominante.

O que é uma crença? Um pensamento repetido muitas e muitas vezes, e essa mesma crença se torna dominante ao envolvermos ela sempre em emoções. Hoje a maioria tem muito mais crenças limitantes, por passar a maioria do seu tempo acordado, remoendo medos, sentindo isso ao ver suas novelas, seus programas de televisão e até pela Internet, tem muita gente que está levando suas fotos e texto para as redes sociais, semelhante ao que vivem em sua mente, no seu cotidiano, e o pior se sentindo cada vez mais mal querendo compartilhar isso.

O Daimoku, já é um mantra para se limpar a mente que, está sempre viajando por três mil mundos num só existência do momento. Enquanto fixamos a nossa atenção em um ponto no pergaminho, na parte de cima do Gohonzon, para justamente entrarmos em fusão com o Universo, tentando manter a mente limpa de todo e qualquer pensamento, por alguns momentos,para a Fonte de energia do Universo poder suprir toda e qualquer solução, para essa nossa experiência como seres físicos, nesse mundo físico, aqui e agora. Porque na verdade, somos apenas momento de uma consciência única, focada nesse corpo físico.