Posts com a Tag ‘criação intencional’

Desejo dar Adeus a Qualquer Sentimento de Vulnerabilidade

- domingo, 19 de setembro de 2010

Passado, presente e futuro são elementos existenciais do agora, porém atrelar-se emocionalmente ao passado, principalmente quando experiências não foram positivas é estupidez.

Sempre que surge um desejo e esse desejo provoca em você uma emoção, 99,9999999…% do “trabalho” está pronto (Abraham). Aquilo já é seu! Está pronto para que tome posse e aproveite da forma como bem entender. E tal processo independe de qualquer fator externo ou de qualquer ação que você ache que deva tomar para sua manifestação.

É você quem escolhe sempre!

 Você escolhe como quer que sua vida seja e o faz a partir de seu ponto máximo de poder que é agora. O que já aconteceu em sua vida não deve servir de fator impeditivo para sua expansão como criador.

Devemos fazer com que tudo exerça apenas uma função: a de ALAVANCAS!

Se existiu algo de positivo em determinada experiência pretérita, ótimo! Se nenhuma vibração positiva lhe é trazida quando lembra daquilo, simplesmente delete! Esqueça! Apague aquilo de sua existência!

Mas espere um momento! Como é possível transformar algo negativo que nos ocorreu anteriormente em uma alavanca?

Exatamente provando a nós mesmo que temos a capacidade de apagar aquilo do nosso campo de vibrações. Mostrando a nós que somos hábeis em reduzir entulhos a pó quando assim desejamos.

Nenhum apelo é mais estupendo do que aquele que você faz a si mesmo quando “filtra” suas emoções e decide provocar uma mudança em seu interior. Optar por dar nossa atenção emocionada àquilo que nos faz bem é absolutamente revolucionário em qualquer aspecto que se possa analisar. Conseguimos criar, expandir, evoluir e transformar.

E podemos faze-lo tranqüilamente sem freios, sem arreios, sem trelas, sem coleiras e sem aquelas viseiras que colocam na cara dos cavalos para que olhem apenas numa direção.

Não somos “cavalos domados” para que nos comportemos de acordo com a vontade alheia, e muito menos influenciados por sentimentos de vulnerabilidade provocados por imagens externas a nós, ou por fatos já ocorridos e encerrados.

Entramos num processo interminável de evocar mudanças. Conseguimos entender que não somos vítimas de pessoas ou situações, mas que estamos no comando absoluto de tudo.

Tornamo-nos íntimos de nós mesmos (quantas e quantas pessoas passam a vida inteira como estranhas a si próprias!) e vemos que nossa verdade é tudo o que interessa, pois é ela que nos coloca como que escultores da realidade que nos interessa.

Este é o verdadeiro poder de criar! O sentimento se ser inteiro e completo aqui e agora.

Encare o Universo como uma montanha estupenda de argila, e suas emoções como enormes e habilidosas mãos de um escultor. Quanto mais atento ao que sente, maiores e mais hábeis se tornam suas mãos. Sua imaginação tem sempre enorme poder, pois conjugada às suas emoções servirá de molde para a energia que tornará qualquer coisa possível.

O Desejo Criar Qualquer Coisa…Livre de Amarras de Quaquer Espécie

- sexta-feira, 10 de setembro de 2010

 

Batendo alguns papos com pessoas que sabem nada ou muito pouco sobre Lei da Atração, ao perguntarem do que se trata e nos ouvirem falar sobre o assunto por pouco minutos, alguns demonstram a maior incredulidade possível. Já ouvi algo assim: (achando a maior graça do mundo!!!) “não há como provar nada disso cientificamente, não acredito.”

Quando precisamos provar algo cientificamente para depois acreditar, infelizmente trancamo-nos dentro de um quarto pequeno e escuro no que diz respeito às infinitas possibilidades que são colocadas em nossas mãos para ter, ser ou fazer qualquer coisa que possamos desejar.

Quando as pessoas pedem explicações mil e comprovações matemáticas, lembro sempre de um fato bastante conhecido ocorrido no famoso Triângulo das Bermudas.

Em 4 de dezembro de 1970, Bruce Gernon e seu pai decolaram  a bordo de um monomotor Bonanza A36 do aeroporto da cidade de Andros, Bahamas e voavam para Bimini, um ilha das Bermudas, mais próxima do continente. O céu estava claro quando viram uma nuvem estranha com extremidades quase que perfeitamente arredondadas pairando sobre o mar. E conforme voavam em direção a ela, a nuvem começou a se espalhar. A 3.505 metros de altura, notou que ela havia formado um túnel, e a única possibilidade de fuga parecia ser passar por esse túnel. E quando estavam lá dentro, viram linhas nas paredes que giravam no sentido anti-horário, os instrumentos de navegação ficaram descontrolados e a bússola também passou a girar no sentido anti-horário. Gernon disse que havia “percebido a ocorrência de algo muito estranho. Em vez do céu azul e limpo que esperávamos no final do túnel, tudo parecia branco-acinzentado. Além disso, a visibilidade parecia ser de 3 quilômetros, mas não havia absolutamente nada para ver. Não havia oceano, horizonte ou mesmo céu, somente um nevoeiro cinza”, disse ele.

 

Quando Gernon entrou em contato com o controle de tráfego aéreo de Miami para obter uma identificação de radar e saber sua posição, o controlador disse não haver aviões aparecendo no radar entre as regiões de Miami, Bimini e Andros. Após mais alguns instantes, Gernon ouviu o controlador dizer que um avião havia acabado de aparecer diretamente sobre Miami. Gernon não achou que poderia estar sobre Miami Beach, já que o tempo normal de viagem é de 75 minutos usando velocidade máxima de seu avião, 300km/h, para chegar até lá e só tinham passado uns poucos minutos desde o início do incidente. nesse mesmo momento, a névoa cinza começou a se desfazer, os instrumentos começaram a operar normalmente e viram Miami Beach logo abaixo deles. E foi essa passagem de tempo confirmada por seus relógios e pelos instrumentos do avião.

Depois de pousarem em Palm Beach, Gernon conferiu novamente seus instrumentos e constatou que havia gasto menos de 45 minutos numa viagem que levaria quase uma hora e meia e que havia consumido 12 galões a menos de combustível do que seriam necessários para aquele trajeto.

Detalhe interessante é que o pequeno monomotor de Gernon não tinha potência de motor nem resistência estrutural para se deslocar a uma velocidade de mais de 3000km/h (quase 3 vezes a velocidade do som e mais rápido que a velocidade de cruzeiro de um Concorde).

Explicações científicas para tal fato??? Mais de 30 anos depois do fato, continuamos sem elas. O que há são especulações das mais variadas.

O fato aconteceu? Sim…os registros do momento da decolagem de Gernon feitos pelo aeroporto de Andros, até o momento em que surgiu nos céus de Miami comprovam o impossível.

Estamos cercados de fatos que não podem ser explicados cientificamente…que não podem ser medidos através de instrumentos, réguas ou tabelas matemáticas.

E o que dizer então do poder que reside em nosso interior, na Alma humana? O que dizer dos milagres e de curas inexplicáveis! Realmente precisamos de explicações mensuráveis através dos medíocres e “coitadíssimos” conhecimentos humanos para acreditar?

Eu, pelo menos, não preciso. Sei que a minha realidade se constrói através da matéria prima que são minhas vibrações.. Tenho plena ciência que a Lei da Atração responde à tudo que vibra através do meu mundo interior. Quanto mais atenção eu dedicar a um pensamento emocionado, mais dominante será o sinal vibrátil emitido, e minha experiência de vida corresponderá exatamente aos meus sentimentos.

Aquilo em que eu acredito, é lei diante do Universo.

Este meu conhecimento seria baseado na ciência? Não….a coitada da ciência ainda não descobriu métodos para medir meu poder de criar. Desloca-se ela sofrivelmente sobre uma carreta de rodas quadradas puxada por dois bois velhos e cansados.

Meu conhecimento a respeito da LDA é empírico; é aquele que desenvolvi através da sua utilização e comprovação em minha vida, dia a dia, e nada, nada nesse mundo é mais valioso do que isso.

Desejo Aprender a Apreciar para só Depois Conseguir Criar

- segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Esta é a flor Papagaio (Parrot flower), descoberta em 1899, espécie bastante rara da Impatiens Psittassina que existe exclusivamente em locais bem específicos em Burma e também no norte da Tailândia. Dizem que o governo tailandês, ciente de sua raridade e com o intuito de protege-la, proíbe sua exportação, seja por sementes ou mudas.

Cultivá-la fora de seu ambiente natural é praticamente impossível. Ela requer um polinizador natural que só existe naquela região para produzir sementes, e também exige um solo com pH extremamente específico para se desenvolver e florescer.

Novamente temos a natureza nos dando lições… ela o faz o tempo todo, reparamos nisso, ou já perdemos a capacidade de fazê-lo?

 

Há pessoas que olham e conseguem captar as mensagens que são transmitidas. Outras, por sua vez, tornaram-se totalmente “cegas”…sua insensibilidade chega a chocar… podem estar diante da imagem mais bela, mais rara…não sentem absolutamente nada…ou se sentem alguma coisa, logo dizem: “que troço estranho!” e a seguir voltam-se pra sua clausura de sentimentos.

Desgraça das desgraças a tal clausura dos sentimentos… jogamos no lixo nossa capacidade de apreciar.

A flor em questão nos transmite uma bela mensagem. Nos diz que existem forças atuando ao nosso redor, agindo de modo lindo e absolutamente perfeito. Forças que não somos capazes de compreender, mas que estão ao alcance perfeito de nossos sentimentos.

Talvez seja por esse motivo que eu adore estar em contato com a natureza. Amo praticar atividades como o trekking. Cada trilha, cada praia deserta, cada cascata, árvore e arbusto do percurso, cada pequeno animal, nem que seja uma minúscula aranha em sua teia, nos transmite uma vibração de harmonia e de paz.

É preciso abrir o coração e colocar a Alma em estado de profunda apreciação. É nesse estado que atingimos o ponto magnífico de sensibilidade necessário para criar; Tal ponto não envolve não apenas uma flor asiática rara, mas  cada detalhe incrível e único que forma nosso dia a dia. Nosso dia é repleto de lindas raridades…cada um de nossos dias é único e exclusivo. Não devemos encarar o dia de hoje como mais um numa sucessão interminável de rotinas. Se o fizermos, teremos nos transformado em robôs, em máquinas com funções pré-programadas e executadoras sempre das mesmas rotinas.

Não consigo ver um robô desejando e criando. Robôs não criam, apenas executam tarefas.

Robôs até podem ser programados para emitir sons…imaginem um robô “falando” através de seu sistema de auto-falantes: “Eu desejo viajar! Beep!, Eu desejo um novo carro! Beep!, Eu desejo uma casa nova! Beep!, Eu desejo roupas novas! Beep!….”

Desejos estão sendo emitidos repetidamente, mas estamos diante de uma máquina sem sentimentos e, portanto, absolutamente incapaz de criar.

 

Sem sentimentos direcionados ao prazer, ao bem-estar, à beleza da vida e do mundo ninguém cria! Pode passar a vida inteira repetindo “papagaísticamente” aquilo que deseja, mas não criará intencionalmente nem mesmo um penico de plástico pra pôr junto da cama à noite.

Olhar para os nossos sentimentos e procurar focá-los exclusivamente naquilo que nos traz prazer, nos coloca na posição ideal de desejadores capazes de efetivamente criar. Ou seja, nos coloca uma patamar acima do apenas desejar. Atentar para nossas emoções, faz com que tomemos conhecimento que a realidade que desejamos usufruir está existindo, pulsando agora mesmo dentro de nós. Trazê-la para fora, isto é, manifesta-la, é mero detalhe que não me diz respeito. Acontece por si só.

A Fonte dos Desejos

- quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Mendoza é a capital da Província argentina que recebe o mesmo nome. A cidade localiza-se no oeste do país em uma região bastante árida e aos pés da Cordilheira dos Andes. Fundada em 1561, a cidade possui cerca de 115 mil habitantes e é importante pólo produtor de vinhos e azeites e de refinamento de petróleo. Trata-se da quarta maior cidade do país se considerarmos a população em toda região metropolitana.

Mas, embora possa parecer a princípio, esta não se trata de uma publicação de turismo.

Quem conhece Mendoza, aprende uma lição enorme no que se relaciona à Lei da Criação Intencional.

Posso perfeitamente relacionar uma cidade no interior da Argentina à realização de todos nossos desejos.

Atentem para os seguintes detalhes…

Mendoza situa-se em uma região bastante seca. A paisagem ao redor, embora muito linda,  lembra um deserto com vegetação rasteira. Como a cidade situa-se grudada no paredão dos Andes, com altitude que ultrapassa os 6000m, a umidade e as chuvas vindas do Pacífico não chegam até ali com facilidade. As chuvas no município não ultrapassam, em média, os 200 mm anuais.

Aí você entra na cidade…

E dá de cara com um oásis! Praças floridas, alamedas verdejantes, jardins e mais jardins que formam espetáculos multicoloridos. Chafarizes e fontes jorrando água pra todo canto que se olha!

Aí você pensa na hora: “Como isso é possível? Estamos praticamente em meio a um deserto?”

 

Bom…você nota a presença de centenas de canais de água irrigando a cidade de ponta a ponta.

Foi planejada e construída uma extensa rede de canais e canaletas que transportam a água que desce da cordilheira em forma de rios turbulentos diretamente pra dentro da cidade. Drenos se encarregam de transportar a água desses canais principais que se estendem ao longo das ruas e avenidas para cada árvore, jardim ou praça da cidade.

Trocando em miúdos, Mendoza não tá nem aí se

A cidade tem ciência de que existe uma fonte inesgotável que a abastece… e ciente disso, floresce com total esplendor.

Mendoza nos serve de modelo e inspiração.

É possível “verdejar e florescer” em meio a qualquer ambiente, por mais árido e sem vida que possa parecer.

Para isso, basta ter ciência de que o melhor em nós, nossa Fonte, nossa Alma jamais deixa de nos suprir com mais do que o suficiente para que criemos qualquer coisa que possamos desejar.

Os “desertos” existem para aqueles que acreditam neles…

Os “desertos” existem para aqueles que olham ao redor, vêem tudo “seco” e sem vida, e optam por transportar tal aridez pra dentro de si.

Sim…optam… pois a aridez de recursos em nossas vidas é sempre uma opção nossa, jamais uma imposição externa forçada por situações ou pessoas.

A Fonte está e estará sempre ali a nossa inteira disposição. Fazer uso ou não dos recursos que Ela nos oferece cabe a nós.

a chuva não cai, ou se ao seu redor há um deserto árido.

O Desejo de Embarcar na “Canoa” que Quisermos

- segunda-feira, 30 de agosto de 2010

 

Sempre que olhamos em direção a nós mesmos, encontramos facilmente a solução para qualquer coisa.

O problema todo está quando nos voltamos para aquilo que os outros pensam ou escrevem a respeito de nossas crenças.

Colocamo-nos em segundo ou terceiro plano. Abafamos nossas convicções porque A, B ou C não concordam com elas. Abrimos mão do que nos faz bem, porque gente problemática e mal resolvida não aceita que estejamos bem, ou mais…que sejamos felizes do jeito que somos.

Nosso processo de desejo e criação nos serve? Geramos a realidade que queremos a partir daquilo que pensamos ser o correto? Então que se dane a opinião alheia!

Ninguém pode ou deve estabelecer aquilo que nos serve. Nossa forma de pensar foge do padrão da maioria? Pois isso é problema deles, não nosso.

O que serve pra mim é exclusividade minha…é meu tesouro maior e disso não abro mão. Se algo me faz bem e me traz felicidade, ninguém deve opinar…não permitirei de forma alguma que o façam. Qualquer forma de interferência será danosa.

Nossas coordenadas internas irão, passo a passo, identificando, restaurando, alimentando e delineando os detalhes da nossa nova realidade da exata maneira que desejamos que ela seja e tudo à nossa volta vai captando cada sinal emitido por nossas escolhas. De repente, é como se o universo inteiro conspirasse a nosso favor. Nossas escolhas são nossas escolhas e de ninguém mais.

Quer você perceba isso ou não, quer aceitemos ou não, a nossa energia pessoal está ressoando ininterruptamente. Se desejamos mudar a realidade atual da nossa vida, temos que administrar os sinais que estamos fabricando em nosso mundo interior. Estes sinais devem combinar com a nova realidade desejada.

Tudo parte de dentro.

Ninguém na face da terra tem o poder de nos negar ou privar de coisa alguma. Apenas nós mesmos temos esse poder indo contra àquilo que desejamos. Absolutamente nenhuma condição externa a nós pode nos mantém afastados daquilo que desejamos…apenas nós podemos faze-lo através de vibrações contraditórias.

O problema todo reside em nos mantermos a maior parte do tempo focados naquilo que não desejamos, ao invés de nos focarmos no que queremos. Em seguida temos a manifestação do indesejado e passamos a reclamar…Perguntamos o porquê daquilo…

O porquê é simples… vemos a esmagadora maioria das pessoas fazendo isso. Nos dizem: “Olhe seus problemas! Fique atento a eles! Debata-se para resolvê-los! Preocupe-se! Todos que têm bom senso se preocupam…faça isso também!” Nos falam o tempo todo para fazer isso…entramos nesse barco…embarcamos na velha canoa furada de fazer o que os outros fazem em vez de seguir nossa intuição.

Nossa intuição é intocável. Nossa intenção é exclusividade nossa. Nosso único trabalho é nos manter focados nessa intenção que faz parte de nosso ser, assim elevaremos nossa vibração e estaremos atraindo pra nós aquilo que nos satisfaz…. a nós, não os outros.

O Desejo de Virar o Jogo

- sábado, 14 de agosto de 2010

Não nascemos grudados em ninguém. Aliás, desculpem…cometo um equívoco… Nascemos sim ligados às nossas respectivas  amadas e adoradas mães pelo cordão umbilical. Entretanto os responsáveis pelo parto, logo que espirramos pro lado de fora, cortaram tal ligação. Imaginem só se não o fizessem?!!

Relacionamentos entre pessoas acontecem com um único objetivo: ser algo agradável, positivo, motivo de expansão para ambos. Ter alguém ao lado não significa ter um cônjuge ao qual estamos ligados devido a um papel que nos dá a condição civil de casados, ou uma passada filmada e fotografada pelo interior de uma igreja qualquer.

Podemos perfeitamente ter ao lado alguém que foi conosco ao cartório e à tal igreja e, apesar disso, estarmos absolutamente sozinhos, infelizes e incompletos.

Tal solidão pode surgir a qualquer momento. E as coisas se apressam nesse sentido quando um dos parceiros passa a ter o papel medíocre de “engolidor de sapos”…e quantas e quantas vezes as coisas seguem nesse sentido. Um sempre abrindo mão daquilo que gosta para não desagradar o traste espinhento que ocupa na cama o lugar ao lado.

Não raro, até mesmo a atração física já era. Sexo uma vez por mês e olhe lá! E mesmo assim a coisa rola meio que na obrigação. Relação sem tesão, minha gente??? Pelo amor de Deus, ninguém merece isso! Seria cômico se não fosse trágico a ponto de nos levar às lágrimas.

Como é possível alguém tomar conhecimento da Lei da Atração e tentar usa-la em seu benefício se não possui a capacidade, a iniciativa pra dizer: “O que havia entre nós acabou, cada um pro seu lado, ok? Quero ser feliz… Faça o mesmo. Boa sorte!”

Por vezes, nossa covardia é coberta de desculpas absolutamente ridículas…há os filhos ainda pequenos….o que os amigos e parentes vão dizer…etc, etc, etc…

Em primeiro lugar, filhos não mantêm relacionamento algum. Crescerão emocionalmente mais seguros e independentes se sentirem nos pais, mesmo separados, uma vibração de felicidade. Desenvolvimento de filhos em ambiente de conflito vai gerar adultos problemáticos e inseguros. Mesmo que não ocorram discussões ou brigas na frente deles, as nossas vibrações falam por nós muito mais que nossas palavras, lembram disso, amigos? Crianças e jovens captam tudo com enorme facilidade; eles saberão que o relacionamento dos pais é um encenação teatral do tipo “pra inglês ver” mesmo que vocês passem o dia contando piadas e dando cambalhotas na frente deles. Filhos crescerão e desenvolver-se-ão mais felizes tendo os pais felizes em casas separadas do que assistindo a eles dia a dia juntos num espetáculo circense.

Quanto a segunda questão…manter-se junto de alguém por medo de comentários dos outros, o que se pode dizer é que quem dá tanta importância assim para o que os outros pensam ou dizem, não ta sabendo nada, absolutamente nada a respeito da arte da criação deliberada. Pode desejar um palácio de ouro maciço na mais paradisíaca da ilhas com um iate dos sonhos ancorado em frente, mas não será capaz de criar nem mesmo uma xícara de chá de água.

Vocês que acompanham o que escrevemos aqui no Blog oficial do Vibre Leve, já repararam que batemos seguidamente na tecla do sentir-se bem, do estar feliz, da alegria. E vamos faze-lo sempre, pois tais sentimentos são condição sine qua non  para quem quer ver um desejo virar realidade. Admiramos o trabalho de Jerry e Esther Hicks pela forma que tratam do processo de criação intencional baseado num padrão emocional positivo, alegre focado naquilo que desejamos.

É disso que precisamos pra criar…precisamos estar bem e felizes!

Ninguém pode dizer que está vibrando leve e feliz se tem que carregar, arrastar e rolar dia após dia um enorme barril de esterco, ou tendo que ‘remar em uma galé ao som de tambores e chibatadas’.

Relacionamento positivo é aquele fundado em amor, amizade, parceria, respeito, curtição das mesmas coisas e muito…muito tesão. Quando estou do lado dela ou dele, minha vibração vai às alturas. Estamos juntos única e exclusivamente porque estar juntos nos faz bem…sentimos que juntos podemos até desejar coisas diferentes, contudo criamos e expandimos em conjunto, pois nossas vibrações combinam.

Se para estarmos bem e felizes, for necessário dar fim a um relacionamento patológico que insistíamos em manter com alguém, então que o façamos. Que tenhamos a coragem de sair de uma situação que não está nos fazendo bem e partir em busca de alguém que pode realmente nos completar e nos fazer vibrar de prazer.

Desejo Altas Doses de Alegria no Combate aos Radicais Livres

- segunda-feira, 9 de agosto de 2010

 

Radicais livres são moléculas ou átomos produzidos pelas células durante o processo de combustão do oxigênio, utilizado para converter os nutrientes dos alimentos absorvidos em energia. Podem danificar as células sadias do nosso corpo gerando conseqüências como o envelhecimento precoce além de uma série de outras doenças.

Contudo nossos processos metabólicos não são a única fonte de radicais livres. Fatores externos podem contribuir para o aumento de formação dessas moléculas. Entre eles estão:

-Poluição;

-Exposição a radiações;

-Fumo;

-Álcool;

-Consumo de gorduras animais;

-Agrotóxicos;

…e um dos mais destrutivos de todos: o Estresse!

Já fiz um teste “de campo” a esse respeito bem aqui na frente da minha casa e desejo compartilhar os resultados com vocês. A rua aqui em frente torna-se bastante movimentada em certos horários como, por exemplo, entre 7 e 8h da manhã e entre 17h30min e 19h. O fluxo de veículos, nesses horários, é bastante intenso.

Bom…o teste que fiz foi o seguinte…parei junto a calçada em frente de casa por alguns minutos por volta das 7h30min da manhã. Não foram necessários mais do que dois ou três minutos. Minha experiência consistiu em observar a expressão no rosto das pessoas dentro de seus carros nesse momento da manhã.

E o que observei foram rostos com expressões carrancudas; não apenas caras fechadas, mas torcidas, retorcidas e deformadas por algum sentimento do tipo “to indo pra determinado lugar que odeio, vou passar o dia fazendo algo que detesto e lidando com gente insuportável.”

Aí vocês poderiam dizer…”Mas o que esse cara queria ver no rosto das pessoas às 7h da manhã de uma segunda-feira, por exemplo?”

Não esperava ver pessoas às garagalhadas sozinha dentro de seus carros. Mas uma expressão de paz e de tranqüilidade isso eu esperava.

De pouco adianta nos entupirmos de antioxidantes se nos tornamos pólos petroquímicos especializados na produção exclusiva de radicais livres.

Paramos de fumar, paramos de beber e passamos a nos alimentar apenas de alface e tomate. Porém, não nos preocupamos em modificar nosso humor. Levamos a vida com um humor tão caústico que daria pra desentupir todos os bueiros e esgotos de uma grande metrópole.

Tornamo-nos usinas de radicais livres tão produtivas que nem o simpático e saudoso bio-químico Linus Pauling, com suas cavalares 10g diárias de vitamina C dariam jeito.

É excelente parar de fumar, de beber e de consumir gorduras trans. É super recomendável a prática de exercícios físicos diários, nem que seja uma boa caminhada.

Mas é indispensável e estrondosamente salutar sentir-se bem e feliz. Mau humor e saúde não combinam. Eles não convivem em harmonia dentro do mesmo organismo.

Admirar a vida, curti-la, sentir-se alegre é fundamental…é tudo de bom! Quando abandonamos a alegria e entramos num espiral de queixas, queixas e mais queixas, é porque tornamo-nos escravos. Ou somos reis ou escravos, não existe meio termo. Ou tudo é fantástico, alegre e espetacular, ou você terá criado o hábito de ver sempre o pior a respeito de tudo. E atentem para o seguinte: o pior, o chato, o ruim não está nas coisas que nos rodeiam, nem nos compromissos, nem no próximo; isso tudo não passa de uma atitude mental nossa, do nosso ser, que arrebenta, elimina totalmente qualquer possibilidade de nos conduzir à felicidade.

Portanto, vamos combater sim os radicais livres…porém façamos isso usando como terapia primeira boas e seguidas doses de alegria.

Desejo ver todo mundo mandando a ansiedade “pegar o ônibus”

- sábado, 7 de agosto de 2010

O que é isso a que todo mundo denomina de ansiedade?

Resistência,….pura resistência! E sabemos que resistência nada mais é do que nosso posicionamento emocional colocado de tal forma que impede a realização daquilo que desejamos.

Ninguém cria nada de positivo se o sentimento dominante for de ansiedade.

Vocês têm desejos maravilhosos, não é mesmo? Desejam tantas coisas! Basta dar uma passeada pelo Vibre Leve pra ver isso.

Então aqui vai uma sugestão nota mil para todos os desejadores: varram do vocabulário de vocês a tal da ansiedade.

Ansiedade é um sentimento tóxico…venenoso mesmo. Se vocês quiserem, podemos até dar um sinônimo à palavra ansiedade: anti-desejo!

Quem deseja e sente-se ansioso, é porque não acredita realmente em seu poder de atrair tudo o que sonha. Joga areia nas engrenagens da criação. Trata-se de um “maratonista perneta”…não dá nem pra saída.

Desejamos algo? Então criemos em nós o ambiente perfeito para que tal desejo se transforme em realidade: esse ambiente deve ser de alegre expectativa!

Na alegre expectativa eu tenho certeza de que aquilo que eu desejo já foi incluído por mim nisso que eu chamo de eu… meu campo vibracional.

Nossas vibrações dominantes determinam tudo o que há de vir, sejam coisas boas ou não.

Sentimento de alegre expectativa grita a um Universo que nos provê de qualquer desejo: “Veja! Tal coisa já existe em mim, estou alegre por já possui-la dentro de mim! Manifeste-a na minha realidade!”

Esse sentimento demonstra que estamos em posição de total tranqüilidade. E assim estamos, pois confiamos plenamente que aquilo que desejamos, estando certo e acabado em nosso íntimo, está pronto e acabado para que tomemos posse e coloquemos nele nossas mãos.

Observando aí em volta isso que as pessoas chamam de “realidade”, mas que prefiro chamar de “contrastes”, fazemos nossas opções…isso me serve….isso não me serve… daí surgem os desejos. Uma vez escolhidos e acolhidos em nós nossos desejos, não há a menor razão pra sentimento de ansiedade.

Somos onipotentes quando desejamos com a força da alma…somos um com o Criador quando, diante do desejo, acomodamos  nosso coração numa plataforma de alegria.

Na verdade, tornamo-nos o Criador.

Então, fica aqui o convite a todos…vamos mandar nossos sentimentos de ansiedade embarcar no ônibus da foto?  E com direito a passagem só de ida, ok?

Desejo Realizado: Muita Neve nas Serras Gaúcha e Catarinense

- sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Pronto! O inverno chegou com tudo ao Sul do Brasil para alegria de uma multidão de turistas e também da classe hoteleira.

A situação é a seguinte: hotéis e pousadas abarrotados de turistas na Região das Hortênsias e também nos Campos de Cima da Serra. Na região serrana catarinense também se verifica a lotação desses estabelecimentos.

É gente de todo o Brasil que veio em busca do frio, de paisagens européias, da hospitalidade da gente do sul, de boa comida, bons vinhos e todos com um desejo em comum: neve!

E ela veio com tudo este ano…há quinze anos que não tínhamos o fenômeno climático de tamanha proporção.

Demos graças a La Niña !!!

Aí observamos, por exemplo, pelas ruas de Gramado, grupos enormes de nordestinos, cariocas, mineiros, paulistas em clima de maior euforia. Câmeras na mão, fotografam o tempo todo…como se precisassem, de qualquer modo, ter mãos provas palpáveis para mostrar a parentes e amigos no retorno ao lar de que estiveram em meio a uma nevasca sem precisar ir a Europa ou subir os Andes até Bariloche, ou Vale Nevado.

Pouco importa se mal dá pra ver quem está na foto devido a quantidade de blusas, casacos, mantas, luvas e gorros de lã. O que fica visível geralmente é apenas uma parte de um rosto sorridente com um nariz vermelho e saliente ao centro devido ao frio.

É uma verdadeira delícia ver a alegria de pessoas vindas de regiões quentes por estarem aqui em um ambiente tão diverso àquele a que estão acostumadas.

Será que é o frio e a neve que provocam tanta euforia?

Sabemos que não… é a novidade, minha gente!!!

O que é novo, diferente e belo atrai e atrai muito! Taí o motivo por que desejamos sempre mais. Detestamos a mesmice, odiamos a rotina, precisamos sentir na alma a renovação. Diante de um desejo emocionado, sabemos que estamos na posição exata, perfeitíssima para criar.

Podemos ser, ter ou fazer qualquer coisa. Pra isso basta desejar e sentir a alegria que o desejo provoca.

Portanto, ver gelo caindo das nuvens não teria nada de especial se não houvesse antes um desejo, uma expectativa pelo novo, pelo diferente.

Eis o que realmente somos: meros desejadores???… Não!… Fantásticas fábricas de desejos e de estupendas criações.

Desejo Soltar os Remos….Literalmente!

- terça-feira, 3 de agosto de 2010

 

Vai por mim, parceiro… tudo o que tiver que ser feito na vida, será muito mais gostoso se tiver por trás a emoção…o arrepio na pele.

Pensando em aventuras radicais, cheguei à conclusão de que faltava experimentar um determinado tipo de adrenalina: aquela proporcionada pelo rafting. Quem não conhece o esporte, trata-se da descida de rios com corredeiras e cachoeiras em botes infláveis.

Foi escolhido um dia perfeito de muito sol e calor e também o rio: o Paranhanas no Município gaúcho de Três Coroas. O rio faz parte do circuito do Campeonato Brasileiro de Rafting.

O local de encontro aconteceu em um parque lindo do referido Município. Natureza exuberante, aquele silêncio e aquela paz que não temos mais nas cidades onde moramos, borboletas dando um show a parte por todos os lados e aquela companhia muito especial ao meu lado.

Sempre é ótimo compartilhar experiências. Foi bom ter ao lado alguém que, mais tarde, chegaria à mesma conclusão que eu…que a descida de um rio em um bote pode nos oferecer um excelente lição do que é necessário, em essência, para termos uma vida leve e feliz.

Na hora marcada, todo grupo se reuniu. Mesmo sem conhecer os demais participantes, estávamos todos lá juntos eufóricos. Subimos todos em um caminhão com os botes atrelados a um reboque. Todos na maior expectativa, sem sabermos exatamente como seria, mas prontos pra melhor das emoções… muito tri! (gíria de gaúcho, ok?)

Os caminhões subiram por uma estrada de terra por alguns quilômetros e estacionaram junto à cabeceira do rio, bem próxima a uma represa, já no Município vizinho de Canela.

Ajudamos a colocar os botes na água, o pessoal foi dividido em grupos de seis pessoas por barco, as instruções foram dadas e iniciamos a aventura.

O trajeto começa calmo. Em seguida, o desnível do terreno aumenta e começa uma série incrível de corredeiras.

Entre todas as instruções que nos foram passadas estava esta: “na hora de atravessar as corredeiras, parem de remar!!!”

E também outra coisa era óbvia: ninguém ao chegar no rio pensou em colocar o bote contra o fluxo e tentou remar contra a correnteza.

É nesse ponto que eu gostaria de chegar…

Em nosso cotidiano temos o hábito de nos atolar nas preocupações. São problemas em casa, no trabalho, são coisas que desejamos ter e das quais sentimos apenas a falta, são crise em família, etc, etc, etc…

Focados nos problemas, passamos a nos debater feito doidos para tentar resolve-los. Entretanto o Rafting nos oferece uma lição de vida maravilhosa: basta soltar os remos e deixar que a correnteza faça o trabalho. Encarem os remos como nossas resistências em permitir com que as coisas se resolvam por si só e da forma mais rápida e mais tranqüila possível.

Parece loucura o que estou sugerindo? Pois saibam vocês que não é. Em caso de dúvida, tentem! Experimentem relaxar, soltar os remos daquilo que consideram um problema e cuja solução parece impossível. Em seguida, muito mais cedo do que imaginam, vocês verão que as soluções vêm como de forma mágica e sem o menor esforço de nossa parte.

Fiz esse relato, pois uma aventura numa tarde de sábado nos passou uma lição daquelas. O contato com a natureza é sempre pródigo em nos ofertar lições de vida. O simples fato de estar em meio à natureza já é uma forma de acalmar a mente, de se colocar em freqüência de paz.

A natureza, cortada por um rio turbulento nos fala do modo mais claro possível…largue os remos que eu te conduzo. Tudo, absolutamente tudo aquilo que você sonha ou deseja está rio abaixo…você não vai chegar a lugar algum se tentar remar rio acima. É lá em baixo que encontramos a calmaria de um belo lago ou de um imenso oceano.