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O POR QUE DESSE GRUPO EXISTIR?

- quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

mosaico 3 Antes da Internet e o Orkut existir no Brasil, eu era um dirigente budista, e eu via que é mais fácil criar novas crenças em grupo, quando mais gente fala mais sobre as mesmas coisas, e os relatos de experiências das pessoas ajudam umas às outras e também é mais fácil ver onde ainda estamos precisando praticar, ao ver as pessoas que atraímos para o nosso convívio. E quando conheci os Abraham pela Internet, eu realmente me encontrei…

Hoje tenho esse grupo no Face, e as pessoas continuam dizendo. “Bem, eu tenho que trabalhar mais em meus objetivos”, ou “Eu tenho que trabalhar mais na minha visualização”. E os Abraham continuam repetindo. “Nós queremos que você pense mais sobre manter a visão porque é prazeroso manter a visão, não porque você está tentando fazer a visão funcionar para chegar a algum lugar que você ainda quer estar. “Quanto devo trabalhar?” Nós diríamos, trabalhe no sentido de progredir alegremente”…

Eu deixei a palavra “trabalho”, que é uma palavra que eu mesmo aboli da minha vida há muito tempo, eu me divirto ganhando dinheiro, eu me divirto praticando jornadas emocionais por caminhos de menor resistência, eu deixei de propósito porque a maioria que fazem parte desse grupo ainda não aboliu. E é fácil ver como essas resistências ainda são realimentadas pelas próprias pessoas. Mas, estou feliz em já encontrar com mais algumas pessoas, que estou já atraindo, por estarem também querendo progredir alegremente, e isso mostra que o meu ponto de atração já mudou…

Confraternizações, Natal e Ano Novo… Comemoremos muito, o mundo é uma só festa…

- domingo, 21 de dezembro de 2014

foguetes de desejos Esse é o melhor momento de minha vida… Tudo está bem… Vamos aproveitar isso tudo para criar mais novas crenças libertadoras? Fui budista por quase 30 anos, desde os meus 13 anos quando sai de casa para comemorar mais a minha; liberdade, felicidade e ainda poder me expandir mais. Mas, mesmo assim, eu nunca deixei de comemorar natal ou qualquer outra data festiva, como dirigente budista eu já fiz um casamento caipira budista, bem no feriado de São João, alugando um espaço de freiras católicas que cuidavam de pessoas idosas e todos participaram e adoraram toda a festa, até os mais céticos budistas que viajaram só para ver como seria isso possível, e até alguns católicos da cidade também.

Ainda é um pouco difícil para as pessoas chegarem a ponto onde, elas mesmas não mais estarão dispostas a ouvir as outras pessoas criticarem umas as outras… Afinal! Cada um só vai até onde as suas crenças atuais o permite ir. Até para mim mesmo, que venho praticando a Lei da Criação Deliberada de minhas próprias e novas crenças libertadoras, ainda caio nessa sincronicidade negativa algumas vezes, porque como eu ainda carrego comigo essas velhas crenças resistentes que eu mesmo criei e que nunca poderei exclui-las, ainda não fico em alguns momentos, sem tomar nenhuma satisfação de alguém por eu mesmo, em alguns momentos achar que alguém ainda está errado…

Eu pratico e adoro a Lei da Permissão, eu desejo chegar a um ponto, onde o que mais importa para mim, é eu mesmo me sentir bem, onde eu só estou disposto a pensar mais em coisas positivas sobre pessoas… Como em algum momento do meu dia a dia, eu pensar assim… Eu prefiro que a minha KK esteja demorando a chegar em casa, por estar comemorando com os amigos, do que eu mesmo pensar em algo, para que eu mesmo venha só a me preocupar mais. Então, final de ano, incio de um novo, eu decido a só estar mais disposto a olhar para os aspectos positivos de tudo e das pessoas… Eu só estou disposto a procurar soluções, e eu só estou disposto a bater o tambor em cima de todos as comemorações felizes do mundo…

A resposta a minha pergunta de ontem, para permitir muito mais, todos os meus desejos…

- domingo, 3 de março de 2013

Eu mesmo, era até essa semana, como a maioria das pessoas ainda é… Sempre quando eu encontrava, com pessoas que fazem ou praticam coisas que, eu já não gosto mais, eu achava que, quem tinha que mudar era sempre a outra pessoa. Ela é que tinha de largar tudo aquilo, para assim, eu mesmo me sentir bem agora, deixando de focar naquilo que não gosto, pelo fato de “ela” ter mudado.

Mas na realidade, a pessoa que precisa fazer alguma coisa não é essa outra pessoa. A pessoa que precisava realmente fazer alguma coisa era eu mesmo.

Embora algumas dessas pessoas em questão, que se encontram na minha vida agora, não mereçam mesmo os meus bons pensamentos. Em outras palavras, “Alguns são ruins mesmos, alguns já até me roubaram. Outros são maus, me apunhalaram pelas costas. Muitos deles podem até estar mesmo totalmente errados! Porque muitos deles são completamente inadequados e ignorantes sobre as Leis Universais. Eles realmente não merecem os meus bons pensamentos”.

E sendo assim, eu mesmo, teimosamente passei anos e anos, nunca lhes dando quaisquer tipo de pensamento bom. Todos eles; evangélicos, católicos, budistas e políticos corruptos, podem mesmo não merecer os meus bons pensamentos. Mas e eu? Será que eu também não mereço meus bons pensamentos e me sentir bem com eles, aqui e agora? Foi quando eu me relembrei, pelas respostas que veio do Universo, através dos Abraham e da minha KK, num papo que tivemos enquanto nos deliciávamos com uma pizza ontem à noite… Eu mereço todos os meus bons pensamentos sobre eles. Isso é o que a Arte da Permissão é. É eu mesmo permitindo o meu próprio Bem Estar.