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Alegria no inicio… Alegria no meio… Alegria no final…

- terça-feira, 16 de setembro de 2014

crianças muito felizes Eu jamais vi alguém fazendo algo, estando infeliz, ter um final feliz. Isso é praticamente impossível. Tudo o que eu precisei fazer para ser sempre mais feliz, e atrair tudo o que eu preciso e quero e ainda ser sempre um grande sucesso, fazendo apenas aquilo que mais me faz ainda mais feliz agora, foi procurar no inicio de tudo, um pensamento que me fizesse sentir alegria naquele exato momento. A minha vida é agora, não é no happy hour, no final de semana e muito menos é nas férias, a minha vida é, aqui e agora. E eu só sei se estou feliz mesmo, se eu mesmo estou desejando agora que esse momento jamais acabe…

Todas as crenças resistentes ao fluxo de energia de Bem Estar foram criadas ou formatadas em minha vida com muitas repetições e sempre envolvidas por emoções de ausência de Bem Estar, quanto mais racional eu fico, mais eu mesmo raciono esse fluxo de Bem Estar em minha vida. Então, as pessoas vivem repetindo a minha volta. Agora não dá, agora eu tenho de trabalhar, vamos nos divertir mais tarde. Agora é a hora da luta. Hoje vai ser mais um dia de cão. E por ai vai… Porque foi isso que a maioria ouviu dos pais, dos professores e dos seus lideres religiosos. Se esforce muito primeiro e depois descanse que a hora de se divertir vai chegar. E o único que não faz o que prega, são os lideres religiosos, que já estão de olho nas nossas crianças de 4 anos, para que entrem nas suas escolas de aprender a resistir a felicidade…

Agora é lei colocar os filhos aos 4 anos nas escolas. Mais uma lei resistente ao fluxo e completamente inibidora de mais; liberdade, mais felicidade e mais expansão. Os pais em vez de estarem apreciando a visão especial que cada criança traz para esse grande mar de diversidade e contraste, que é o material apropriado para que toda a criação venha surgir nessas crianças. Eles as colocam em lugares onde as pessoas vão tentar fazer de todas as maneiras com que as crianças se tornem iguais, saiu fora do padrão, castigo ou isolamento para não incentivar os outros. Percebeu agora que ninguém, nem quem fez essa lei, nem os pais e muito mesmos os professores, tem a consciência ou mesmo a habilidade, para ver as crianças como “os seres muito especiais, muito individuais que elas realmente são de verdade”. Mesmo sabendo que todos nós somos seres realmente individuais, com talentos muito especiais. Só precisamos colocar isso para fora com toda a alegria que pudermos emanar, porque fazendo apenas isso e todos nós teríamos o sucesso que todos nós queremos ter, que é ser sempre mais; feliz, mais livre e mais expansivo, aqui e agora.