PODERÍAMOS AINDA VIVER MAIS QUE O POVO DE HUNZA…

8 de julho de 2017 por
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MULHER DE HUNZA O povo de Hunza vivia de 120 ou 140 anos; alegres, saudáveis e sem doença alguma, viviam felizes e se divertiam muito, suas mulheres com 65 anos tinham aparência de garotas de 20 anos, as mulheres pariam filhos normalmente aos 65 anos, os homens não ficavam doentes e nem acamados, os seus corpos não definhavam, eles agiam como jovens até baterem as botas na idade que eles decidissem parar de desejar mais. Tudo porque eles acreditavam que isso era possível e o normal para eles, e eles mesmos mantinham esse desejo vivo, eles simplesmente deitavam aos 140 anos para dormir e voltavam para o não físico. E olha que eles não sabiam que um chinês viveu feliz até os seus 256 anos. E nem conheciam a física Quântica e muito menos os Abraham…

E qualquer um ainda hoje, mesmo sem nascer e viver em Hunza, poderia realmente viver da mesma forma; confortável, alegre e saudável, sem jamais se importar com as circunstâncias, dando muito mais importância em manter o seu foco e atenção no seu natural Bem Estar, desde que mantivesse vivo os seus desejos, que é o que convoca a energia da vida através dele mesmo, ainda ativando pelo seu foco e atenção, apenas aquilo que mais quer. As pessoas até hoje, não morrem só porque o tempo passa para elas. Eles morrem porque elas mesmas não permitem mais, que esse espaço de espetáculos que é esse mundo lindo e maravilhoso, que chamamos de Terra, ainda as estimulem mais a mais decisões. A única razão pela qual as pessoas já morreram é porque elas pararam de tomar decisões sobre estar aqui, ou elas tomaram decisões sobre voltar a ser não físicos… “Os átomos tem de se comportar assim como é observado”. Isso não é uma filosofia barata, para criar mais uma religião ou apenas para ainda manter uma delas, isso é física Quântica…


  • Antonio Valadão

    Em 1996, um jornalista do New York Times chamado John Tierney resolveu tirar essa história da suposta longevidade dos hunza a limpo e foi conhecer pessoalmente essas pessoas. Depois de alguns meses entre os locais, Tierney concluiu que o povoado vive em seu próprio ritmo e que eles simplesmente não contam os anos como nós fazemos.
    “[…] O grande segredo da longevidade [dos hunza] acabou por ser a falta de certidões de nascimento. Os analfabetos idosos não sabia quantos anos tinham, e tendiam a atribuir uma década ou duas a mais. Descobri isso comparando suas memórias com os acontecimentos históricos que realmente aconteceram. Os hunza não tem nenhuma pessoa centenária e seu estilo de vida tradicional não é uma fórmula para uma vida longa. O ar da montanha parece puro, mas as pessoas muitas pessoas passam a vida toda em barracos de barro poluído pela fumaça de fogueiras. Sofrendo de bronquite e doenças como a disenteria, tuberculose, malária, tétano e câncer. A falta de iodo na dieta parece ser a causa de grande número de retardo mental. Seus filhos passam fome na primavera, quando seus estoques de alimentos diminuem. A duração média de vida em suas aldeias isoladas, de acordo com um estudo de 1986, é de cerca de 53 anos para homens e 52 para as mulheres. Quanto mais pessoas na área da saúde são aqueles que vivem em aldeias modernos perto das novas estradas. Há caminhões que transportam alimentos, vacinas, antibióticos, sal iodado e fogões com chaminés ventilados.[…]”

  • Antonio Valadão

    Estou gostando muito do seu blog VibreLeve. Muita gratidão pro compartilhar sua vivência conosco. Abaixo coloco um comentário sobre o povo do Vale Hunza. Só para esclarecer. Um abração. Obrigado pelos posts, estão me ajudando muito.