Como eu posso ver o meu próprio crescimento?

26 de dezembro de 2014 por
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aneis_anuais Ao meu cérebro ser formado, lá pela oitava semana se gravidez, eu já recebo uma formatação básica desse mundo físico, que são as crenças da minha mãe que a permitem ver as suas realidades que ela visita momentos a momentos. Agora, eu mesmo já começo a formatar as minhas próprias crenças, sempre copiando vibrações, agora de mais gente a minha volta, mesmo ainda no útero de minha mãe. Após eu nascer, eu continuo a formar mais crenças repetindo, vibrações, pensamentos e foco, agora envolvendo isso com mais Bem Estar ou com a falta desse mesmo Bem Estar. Essas crenças envolvidas por essas emoções, se tornam as minhas próprias crenças dominantes. Muitas dessas crenças, com o passar do tempo deixam de ser realimentadas com fortes emoções, e assim, outras do mesmo tema, passam a ser agora a crença dominante da vez. Eu já não acredito mais em papai Noel, já tenho a crença de que são as pessoas que me dão meus presentes. Tudo na minha vida é a realidade que as minhas próprias crenças me permitem enxergar. Só que a maioria não quer crescer, criar novas crenças, ainda acreditam em crenças milenárias e resistentes ao fluxo de Bem Estar.

Como as arvores frondosas, nós mesmos, também formamos os nossos próprios anéis limites de crescimento, que são as nossas próprias crenças limitantes. Se apenas realimentamos nossas velhas crenças limitantes, viajamos apenas para as realidades paralelas mais próximas, as diferenças são quase que imperceptíveis. Quando criamos novas crenças também limitantes, porém mais permissoras, mais libertadoras, agora já viajamos para realidades bem mais distantes, completamente diferentes das que estávamos acostumados a viver. Então, nossas crenças anéis mais largos de liberdade e permissão de Bem Estar, nós permitem ir sempre bem mais longe do que antes, e ninguém consegue mais ser menor que que já é. Tudo sempre depende das minhas novas crenças que devem, eternamente dar mais lugar as sempre mais novas crenças, bem mais libertadoras e em eterna expansão.

Todo o sofrimento humano existente se dá, porque as pessoas se recusam a criar suas próprias novas crenças libertadoras, elas querem o impossível, que é permanecer como tudo já está, elas se descabelam pensando que suas crenças podem estar em extinção, como elas acreditam que podem salvar coisas e animais de extinção, outros quando se veem presas as essas crenças limitantes querem apenas exclui-las em vez de criar novas crenças, o que só faz realimentar ainda mais as crenças que elas mesmas estão focadas, muitos ainda não perceberam que seus cérebros são apenas seus próprios mecanismos de foco. e que tudo o que se foca ganha sempre mais volume…