Escolho bem mais; a liberdade, a felicidade e a expansão, do que as resistências…

28 de novembro de 2014 por
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apreciar O melhor caminho para tudo é sempre o caminho da menor resistência, que é ser sempre mais livre do ego e de suas crenças limitantes. Porque sou eu mesmo quem moldo esse ego. E se eu já sou bem mais deliberado nessa formação, exercendo mais minhas infinitas escolhas, e sendo bem mais inspirado e sempre almejando mais um crescimento exponencial, eu mesmo estou mais alinhado com a Fonte. Agora! Quanto mais eu uso o meu cérebro para tentar entender e explicar essas coisas que o meu próprio cérebro e suas crenças, só tem uma minima capacidade de perceber, entender e em algumas vezes até em conceber, isso é, quando ele mesmo não está resistindo, porque quando ele está resistindo, ele só conseguir entender se for pela sua própria identificação com os pensamentos já armazenados em suas próprias crenças limitadas que o domina.

Entender que o cérebro humano é só um mecanismo de foco é preciso. O cérebro apenas repete muitas e muitas vezes as mesmas vibrações que ele mesmo capta a sua volta, armazenando essas informações que, quando ganham um volume expressivo se tornam uma crença, e são essas emoções, vibrações que comandam essas crenças dominantes. A minha consciência física é sempre mais limitada, enquanto eu estiver apenas utilizando o meu cérebro, por estar ligado e respondendo apenas ao meu próprio sistema de crenças limitantes que eu mesmo criei e as realimento, momento a momento.

Eu percebo quando já não sou mais livre, quando troco a minha felicidade em escolher e focar apenas o que eu mesmo mais quero experimentar agora, por fazer coisas que talvez me façam voltar a dar valor apenas ao meu ego, as essas informações já armazenadas por mim ou qualquer outro ego. Eu sou um ser puramente vibracional, eu emito e recebo vibrações. Jamais uma só coisas materializada nesse mundo físico, foi fruto do cérebro humano. O fogo, a roda, o telegrafo, o telefone, a televisão, a Internet, o celular e até as redes sociais, nada disso se tinha antes alguma informação armazenada em algum lugar físico, nem num cérebro de algum humano, ou numa escola ou num livro. Um ego encontrou o lado da falta de um contraste qualquer e desejou o oposto, desejou e recebeu toda a informação já pronta da Fonte, onde já se tem todas as informações. E o Homem ainda teima em querer buscar informações nas crenças limitantes de alguém. Esse é o maior motivo de não se ir mais rápido para as realidades paralelas onde já existem todos os nossos desejos realizados. Resistência ao fluxo de informação, em troca de se continuar a cultuar o cérebro limitado de algum outro ego resistente ao fluxo é a base da nossa atual sociedade.