Se eu acredito, eu posso…

28 de outubro de 2014 por
Publicidade

adoro tudo isso Essa é uma das coisas em que eu sou unanime tanto com os Abraham, como com o Bashar ou a física Quântica. A minha realidade depende do que eu mesmo acredito, das minhas próprias crenças e de mais nada. E só não cria as suas próprias crenças dominantes quem não quer, porque a receita é só uma, é essa… Procure ficar o mais alegre que puder e depois apenas; repeita, repita e repita, muitas e muitas vezes o que você mais adora, tudo isso que você ainda muito quer. Aproveite os muitos momentos de grandes vórtices criativos para comemorar e muito, como; O momento de um gol do seu time, enquanto todo mundo ainda está vibrando o gol. Aquele momento em que todo mundo está pulando de alegria no SHOW do seu artista predileto. Quando estiver na praia e focar em muita gente feliz e se divertindo a valer. E é nesses momentos que você deve gritar com todas as suas forças para o Universo, tudo aquilo que você mesmo mais adora.

Estou me acostumando com à idéia de que não há realidade fora da minha cabeça, a não ser a realidade que eu mesmo defini de acordo com as minhas velhas crenças. Estou já me acostumando com à idéia de que não há realidade alguma lá fora, a não ser a que eu mesmo defini que seria a minha atual realidade. E eu já estou me acostumando rápido com à idéia de que não há uma “realidade básica” que seja a “mais real” do que qualquer outra realidade já pensada por alguém. Estou me acostumando bem mais rápido agora, com essa idéia de que não há uma só “realidade básica”, que realmente possa me servir de comparação, para eu mesmo poder avaliar e julgar o quanto é “real” essa minha nova crença.

A verdade de fato é que, não há uma “realidade inerente”. Existem apenas as realidades geradas por qualquer crença e todas elas são igualmente válidas para mim, igualmente reais. Estou me acostumando rapidamente com à idéia de que não há uma única definição de realidade que seja a mais real ou a mais válida, do que qualquer outra definição. Existem apenas as realidades geradas por qualquer crença e todas elas são igualmente válidas, igualmente reais… E eu vou; repetir, repetir e repetir esses dois últimos parágrafos desse testo, para que eles virem realmente a minha mais nova crença libertadora…