A minha realidade… Eu mesmo a faço… Aqui e agora!

25 de junho de 2012 por
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Eu realmente posso afirmar que, eu mudo a minha realidade, como comentei na matéria anterior, eu percebi desde muito criança, essa trama em minha volta, todos querendo mudar quem eu realmente era, e ainda sou desde que eu nasci, e hoje até relembrando o passado sorrindo, me vejo como uma pessoa muito diferente da grande maioria, eu lutei verdadeiramente pela minha liberdade, pela minha felicidade e pelo meu direito de me expandir por onde quer que eu escolhece ir.

E como eu lutava por isso, eu embora nem soubesse que não era preciso luta, mesmo criando ainda mais resistência a minha própria felicidade. Eu tinha uma vantagem, é que mesmo sem ter o conhecimento, eu fazia duas coisas que me permitia manter o contato aberto com meu eu interior, eu gostava de ficar só, e com isso limpava minha mente, e adorava apreciar minhas coisas, minhas musicas, meus animais e a natureza que era muito farta a minha volta tanto em Friburgo naquela época, quanto depois em Manaus.

Com isso eu superei as doutrinas religiosas, e as escolas burras, eu gostava mesmo é de aprender a ler e a escrever, o resto, era eu mesmo quem comandava nas escolas que eu frequentei, meus professores diziam para minha mãe, pro meu avô Marino. Eu não sei como ele é tão inteligente, se ele brinca mais que estuda, se ele é sempre o mais bagunceiro da classe, e o cara que mais falta e apronta nas aulas… E aos 13 anos já estava fora de casa, realmente livre das limitações…Emancipado…

E no começo dos anos 70, ainda em Manaus, eu comecei a estudar o budismo, mesmo sendo um filosofia bem diferente, eles também tem suas limitaçôes, com suas repetições diarias, seus karmas e merecimentos que, na verdade nunca existiram, todas as religiões sempre pregam na base do medo, para que você repita o que elas querem, e elas ainda tem suas escolas e faculdades autorizadas pelos próprios governos, para continuarem a fazer as pessoas repetirem tudo aquilo…

E mais uma vez eu me superei tudo, eu fui galgando cargos dentro da BSGI, e sempre criando enormes polemicas, eu era diferente, eu queria ver tudo acontecer, eles diziam uma coisa, mas a maioria fazia outra, eles diziam que existem três provas; A documental, a teorica e a mais importante a real. Mas quando alguém, ou seja a maioria não conseguia realizar os seus desejos, então eles tinham a desculpa do karma. E que também precisavam fazer chakubuku, repetir mais mantra, para então merecer aquilo… Alguém queria abandonar, diziam que a cabeça de algumas pessoas se pertiam em várias partes, e que sua morte seria terrivel…

Outra coisa que eu ria muito, foram anos e anos criando coisas do nada, realizando coisas surpreendentes, eu acreditava no que mais me chamava atenção, tinha um gosho que dizia que, “desejos mundanos são caminho para a iluminação”. Então eu desejava muito, eu nem sabia nada sobre a Lei da permissão, mas como eu era muito alegre e festivo, eu permitia tudo, tinha as minhas resistências, afinal, eu lutava contra tudo e a todos a minha volta que, queriam porque queriam que, eu fosse igual a eles. Mas o meu distrito que era no interior do estado do Rio de Janeiro, ganhou de todos os distritos do mundo, até do Japão e dos EUA em tudo, numero de jornais e revistas vendidos, numero de presenças dos membros, numero de convidados, vinha gente ver minhas palestras de longe, e até dirigentes importantes para ver minhas pelestar e reuniões completamente diferentes, e com isso eu também fazia um numero maior de chakubuku.

Uma vez eu fiz uma reunião nessa mesma época de São João, onde eu aluguei um espaço das freiras católicas, para fazer uma reunião em formato de festa, onde teria um casamento budista, veio dirigentes preocupados com minhas idéias malucas, e foi uma tremenda festa, um tremendo sucesso…

Então por eu me sentir muito só, veja bem, eu fui o único da divisão dos adultos que numa reunião do grupo Alvorada se comprometeu a fazer a revolução financeira do estado do Rio, que estava muito mal, e fiz da minha cidade, que também estava falida. “A Capital da Moda Intima”, onde só depois de tudo já mudado, o próprio governo do Estado do Rio teve que reconhecer o titulo que eu mesmo criei pra ela.

Hoje tenho minha própria filosofia de Bem Estar, onde continuo desejando, permitindo e realizando todos os meus desejos, e o principal, sem querer ensinar e nem mesmo, doutrinar ninguém, e nem mesmo repetir o que eu faço, apenas sou exemplo pra quem quiser, de como se pode ser feliz, aqui e agora, sentado na praia, morando bem, sempre de carro novo, dinheiro sobrando, e o melhor sem precisar trabalhar que nem um doido, como a maioria ainda hoje faz na sua repetitiva realidade…