Quem realmente eu sou?

18 de fevereiro de 2012 por Eduardo Billy
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Quem eu realmente sou é uma das perguntas mais importante a ser respondida, isso para que eu, esse ser físico, possa voltar naturalmente a relembrar o que realmente eu vim fazer aqui, especificamente nesse planeta Terra, diante de todo esse imenso Universo.

Sou uma consciência viva em eterna expansão, enviando feixes dessa energia não física, focada agora nesse corpo físico, experimentando a minha própria criação em expansão.

E então eu pretendi vir para esse reino físico, rico e repleto de contrastes para me divertir muito, definindo o que me é desejado, para ver e sentir de várias perspectivas e até de angulos diferentes, como que é ser esse ser físico, criado por mim mesmo, ao se conectar comigo mesmo a Energia que cria mundos, deixando fluir essa maior parte de mim mesmo, em direção aos objetos de atenção nesse planeta, não porque os objetos de atenção sejam realmente importantes, mas porque o ato de deixar fluir é essencial à vida em toda a sua expansão.

Então, tudo o que eu ser físico tenho que fazer aqui é, pensar, desejar e permitir, toda e qualquer criação, e isso nunca tem fim.

Sempre que eu encontrar os contraste que essa própria experiencia física está provendo minuto a minuto, isso por existir mais e mais novas possibilidades devido aos muitos desejos que estão sendo criados simultaneamente, afinal cada ser físico aqui cocria, você é apenas mais uma dessas várias partes, dessa mesma conciência maior, brincando e se divertindo muito de permitir tudo isso ganhar expansão.

O seu fazer físico é apenas para você mesmo sentir ainda mais essa energia fluir, e assim, cada vez que, cada um de nós, pensa ou faz algo, qualquer coisa, sem permitir que essa energia flua, simplesmente ajudamos a própria vida terrestre a criar, ainda mais e mais contrastes, através da nossa própria resistência (essa tentativa impossivel de não deixar existir) ao fluxo de energia do Bem Estar, para que simplesmente sempre haja mais desejos diferentes sendo criados simultaneamente segundo a segundo e assim a expansão é continua nesse mundo e no próprio Universo.


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