Qualquer um pode se curar de qualquer coisa, desde a sua pobreza material e até de um câncer…

28 de dezembro de 2011 por
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Tem um vídeo que circula na internet, de uma cura de um cancro da bexiga de três polegadas de diâmetro, dentro do corpo de uma mulher que, pelos padrões médicos ocidentais teria sido diagnosticado como inoperável. Em última instância, depois de desenganada, ela tinha ido para um hospital não médico em Pequim, na China. [Agora encerrado pelo Governo Chinês - VisualizeDaily.com]

Nesse documento registrado em vídeo, mostra a mulher, deitada num quarto de hospital. Ela está completamente acordada, plenamente consciente, e o principal, ela realmente acredita no processo que se irá seguir.

Atrás dela está um técnico que maneja uma vara de ultrasom no baixo abdômen, que se pode ver representado no visor de uma televisão. Na parte esquerda do visor, a imagem parada de um instante de tempo para se ter referência. Podendo ver a sua condição naquele exato instante. No lado direito do visor, podemos ver o tempo real, em quanto os três médicos estão de pé, atrás dela, trabalhando com a energia do corpo dela e com as sensações/sentimentos nos seus próprios corpos.

E o que fazem é que começam a entoar uma palavra como se fosse um cântico, pois tinham concordado que reforçaria o sentimento dentro deles, de que ela já estava curada. O cântico, essencialmente, dizia, “Já curada”, “Já curada.” E quando eles começam a ter esta sensação e a dizer estas palavras, podemos ver no visor da televisão, em tempo real este tumor cancerígeno, momento a momento enquanto ele vai desaparecendo, isso em menos de três minutos de tempo real.

Não é como um lapso de tempo, num documentário de TV, onde se vê uma rosa desabrochar em 30 segundos, algo que normalmente se leva dias gravando.

Isto aconteceu literalmente em três minutos. O seu corpo responde aos sentimentos dos médicos que foram treinados para ter essa espécie de sensações que eles estavam a ter. E o que eles estavam a sentir era a sensação pura que se sente quando se está na presença de uma mulher que já está curada. Completamente apta e capacitada.

Observem que eles não estavam vendo ela como uma mulher doente. Eles não estavam a dizer, “Cancro maldoso, tens de te ir embora.”

E se esses três praticantes não estivessem lá? Essa mulher poderia ter feito isso sozinha? Podia algum de nós fazer o mesmo em nós próprios?”

Com toda a probabilidade ela podia ter conseguido isso sozinha. Mas para isso é preciso primeiro a pessoa tenha a crença dominante de que isso funciona.

No entanto, há algo em nós, criaturas humanas, que nos potencializa e nos torna ainda mais fortes quando somos influenciados e apoiados pelos outros nas coisas que acreditamos nas coisas que escolhemos fazer.

E é isso que esse texto quer lhe fazer, lhe influenciar para que você mesmo possa criar uma nova crença dominante de que, o normal é ter saúde e se sentir bem. O tempo todo.

Qualquer coisa fora disso é anormal.