Mudando a sua própria consciência

28 de dezembro de 2011 por
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Desde 1887 até 1990, toda a Ciência ocidental baseava-se no princípio de que, o que acontece agora, num lugar como onde estou agora, no Recife, não teria efeito absolutamente nenhum sobre o que acontece ao mesmo tempo numa outra parte do Brasil neste exato momento, por exemplo, onde está o meu pai em Friburgo. E eu realmente já sabia pessoalmente, que isso não é a verdade. Eu mesmo já realizei várias coisas que somam com o que o Gregg estudou e apresentou.

Gregg Braden, É um cientista que fez um vídeo que gira pela internet, relatando três experiências interessantes que fizeram estremecer as fundações da Física ocidental.

- A primeira foi realizada pelo físico Russo, Vladimir Poponin, no principio da década de 1990. Poponin queria investigar a relação entre o DNA humano e a matéria de que o nosso mundo é feito. Os pequenos pacotes de energia a que chamamos fótons, pequenas partículas de luz, se quiserem pensar nisso desta maneira. Por isso, a experiência consistiu em pegar num tubo de vidro, extrair completamente o ar desse tubo, criar aquilo a que chamamos vácuo e, implicitamente, nada estava dentro do tubo. No entanto, sabemos que algo foi deixado lá. As pequenas partículas de luz.

Poponin mediu essas partículas, para ver como estavam distribuídas. Se elas estavam por toda a parte no tubo, ou se estavam acumuladas no fundo, ou o que é que lhes aconteceu? Os resultados desta primeira parte da experiência não foram surpreendentes. Porque as pequenas partículas de luz, os fótons, estavam todas espalhadas. E era isso mesmo que eles já esperavam. A parte seguinte da experiência, é que é realmente interessante. Colocaram algum DNA no tubo, e quando tornaram a medir os fótons, o DNA humano provocou o alinhamento dos fótons. O DNA teve um efeito direto na matéria que compõe o nosso mundo!

- A segunda experiência é ainda mais fascinante. É uma experiência militar. O que fizeram, essencialmente, foi colher algum DNA humano, alguns fragmentos de tecido do forro da boca do doador ou voluntário. Colocaram o DNA num aparelho que podia medir os seus efeitos, numa sala de um edifício, enquanto o doador desse DNA estava numa outra sala do mesmo edifício.

O que fizeram, foi submeter o voluntário àquilo que chamamos de estímulos emocionais, e iriam obter respostas genuínas das suas próprias emoções de alegria, tristeza, medo e raiva, numa parte do edifício. E mediram o DNA que estava em outra sala, para ver se o DNA seria afetado pelas emoções do doador. O que aconteceria?

Na nossa Física ocidental de hoje, não há nada que, por um lado, sugerisse que aquele DNA ainda estivesse ligado ao doador. Por outro lado, ao realizarem a experiência encontraram absolutamente o contrário. O que concluíram foi que quando o doador estava a ter os seus altos e baixos emocionais numa sala, o DNA estava a ter os altos e baixos emocionais correspondentes, numa outra sala, exatamente ao mesmo tempo.

- A terceira experiência, foi realizada na década de 1990 no Institute of HeartMath. Uma organização pioneira de pesquisa, do norte da Califórnia, onde se concluiu que o coração humano é mais do que uma simples bomba que movimenta o sangue nos nossos corpos. E embora os nossos corações façam isso precisamente, isso é apenas a tarefa menor que os nossos corações realizam.

Estão descobrindo que o coração é o campo magnético mais forte do corpo humano, e que esse campo eletromagnético que é produzido pelo coração tem um efeito que se estende para além dos nossos corpos.

Elaboraram uma experiência para testar precisamente esta teoria. Retiraram o DNA humano e o isolaram, e pediram aos indivíduos que foram treinados para sentir emoções humanas coerentes, emoções muito claras de amor, apreço, compaixão, raiva e ódio, para terem esses sentimentos isolados a cada pedido.

Os cientistas mediram a maneira como o DNA respondia. Concluíram que na presença de apreço, amor, compaixão e perdão o DNA ficava tremendamente descontraído.

E também o oposto é verdadeiro. Na presença da raiva, do ódio ou do ciúme, o DNA atava-se como um pequeno nó.

Cada uma destas três experiências é interessante por si só. No entanto, quando se reúnem todas, deixam de ser experiências isoladas e interessantes, e começam a contar uma nova história melhorada de vida.

A primeira experiência, a de Vladimir Poponin, mostra que o DNA do nosso corpo tem um efeito direto no nosso mundo. Da matéria física de que o nosso mundo é constituído, a nível energético. A última experiência mostra que as emoções humanas têm a capacidade de mudar o DNA, e que isso tem um efeito no mundo que nos rodeia. Mas, a experiência do meio, a que foi levada a cabo pelo exército dos Estados Unidos, mostra que quer estejamos num mesmo edifício ou a 400 milhas dele, o efeito é o mesmo. Não somos afetados pelo espaço e pelo tempo.

E, de fato, os resultados dessas experiências dizem isso precisamente, que você e eu, temos um poder dentro dos nossos corpos que não é regido pelas leis da Física, da maneira como as compreendemos hoje.