O desejo do co-fundador do “Facebook”, lançar uma rede social para “mudar o mundo”

27 de novembro de 2010 por
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Batizada de Jumo, rede usará o potencial da internet para que as pessoas encontrem, sigam e apoiem aqueles que buscam soluções para problemas sociais dentro de suas comunidades e ao redor do planeta.

Um dos fundadores de “Facebook”, Chris Hughes, lançará agora no final de novembro a rede social “Jumo”, elaborada para se transformar em uma plataforma em linha de organizações com causas filantrópicas. “Jumo”, que significa “juntos em concerto” em Yoruba, um idioma da África Ocidental, começará a funcionar como rede social no próximo dia 30, mas já conseguiu 66 mil usuários registrados até o momento.

No blog da empresa, Hughes a define como uma ferramenta para “mudar o mundo”, que utilizará o potencial da internet para que as pessoas encontrem, sigam e apoiem aqueles que buscam soluções dentro de suas comunidades e ao redor do planeta.

O promotor da nova rede dedicou seu último ano a preparar a nova empresa inspirada no poder de seu próprio “filho”, o “Facebook”.

Os projetos bem-sucedidos ajudaram Hughes a se convencer de que as causas sociais têm um futuro através da internet pouco explorado até o momento, conforme disse ao jornal americano “Washington Post” em entrevista publicada nesta segunda-feira.

“A ideia se baseia no que aprendi com a campanha de Obama e em como as ferramentas em rede e a tecnologia podem ajudar a resolver problemas sociais”, explicou.

Para o jovem de 26 anos, quando se trata de educação, saúde ou economia, “o problema básico é que há milhões de grupos trabalhando nesses assuntos, mas não há nenhum sistema que os conecte”.

Com esse pensamento, Hughes reuniu uma equipe de especialistas para criar um algoritmo informático capaz de canalizar os interesses dos usuários em causas sociais através da rede de microblog “Twitter”, e-mails ou o portal de vídeos “YouTube”.

“Jumo” também se servirá do Facebook Connector, uma ferramenta do “Facebook” que permite a seus usuários conectarem suas contas a outros sites que incorporaram o serviço.

A nova rede também tentará ser uma área de debates para que os cadastrados comentem, aprovem ou desaprovem as organizações com missões humanitárias, de modo que possam selecionar e seguir as mais destacadas .